Yuran Akrazu Nul Zealor

História

Akrazu nasceu em uma noite limpa banhado pela luz prata da lua,único filho de sua mãe Milliath hel’fer e seu pai Mihael zealor, era uma bela noite no casarão da família hel’fer, o pequeno elfo albino nasceu um uma marca que lembra a lua em suas costar por isso o chamaram de akrazu (sorte prateada).

Com a junção das duas famílias ele cresceu em um lar propriamente próspero e de fartura, aos 20 anos ele já tinha capacidade suficiente para ingressar em uma respeitada instituição educacional da bela Cidade de prata.

Aos 35 começou a criar dores de cabeças para seus pais pois se interessava muito por musicas do reino, e não perdia a chance de escapar de casa para fazer amizades pelas ruas.

Foi em uma dessas escapadas que ele conheceu Marcus um estranho viajante humano que iria passar uma temporada na capital, Marcus era extremante agradável e possuía uma incrível habilidade com instrumentos musicais, de cara os dois se deram bem.

O tempo foi passando e logo chegaria o dia da partida de Marcus, foi nesse dia que ele estavam prestes a dizer adeus, quando Marcus revelou que seu maior sonho era uma espécie de canção a muito perdida que precisava ser trazida de volta ao mundo, e ele desejaria mais do que tudo ter ela para si, assim se tornando o mais famoso musico humano, e pouco antes da partida Akrazu lançou o desafio que ele iria conseguir uma musica muito melhor e ser mais valorizado que seu amigo, Marcus riu e disse que em uma de suas viagens ele encontrou uma espécie de pergaminho que continha uma melodia especial dedicada ao povo de crionashitur. Mas ele deveria manter em segredo e tomar muito cuidado ao tocar a melodia pois dependendo as habilidades de quem toca-se poderia geral um efeito misterioso. E assim Marcus partiu em direção ao seu sonho e a canção do mundo o primeiro prelúdio cantado pelo próprio Nartäriel

2 anos mais tarde Akrazu estava totalmente entediado pois os elfos do gelo normalmente são muitos recatados e a muito não passava aventureiros como Marcus, em seu tédio resolveu fugir de sua casa para procurar um coisa para fazer, em meio a seu tédio lembrou da canção que ate hoje nunca tocara, uma curiosidade absurda bateu no jovem, então ele se afastou da cidade cerca de uns quinhentos metros e então começo a doce melodia, era fantástica, suave, maravilhosa e então chegou o crescendo e neste instante uma leve neve começou a cair e conforme a musica aumentava mais forte a nevasca se tornava mas Akrazu não estava prestando atenção a sua volta, devido a seu sangue o frio pouco o incomodava, e ao chegar o momento da finalização uma forte tempestade se formou, e então a melodia chegou a seu fim, e então ele reparou que a sua volta uma enorme tempestade se formara, neve, ventos e ate mesmo granizos caiam furiosamente dos céus, não demorou para se dissipar, neste momento o garoto ficou muito preocupado, pois agora ele teria sérios problemas, se por ventura a tempestade trazer problemas aos moradores e se descobrissem que foi ele o responsável, então o medo tomou o coração do garoto e ele jurou não tocar mais tal musica e nem mencionar nada do que acontecera.

Então resolveu voltar para cidade, não aparentava ter causado nenhuma destruição apenas um grande incomodo ainda mais aqueles quer foram apanhados de surpresa pela tempestade, fazendo cara de inocente caminhou pelas ruas analisando curiosamente o que havia ocorrido após ver a confusão que ele havia causado e ficando mais aliviado por não ter tido conseqüências gravíssimas ele retornou para casa, onde sua família o esperava furiosamente e preocupadamente.

Seu pai estava em ira coisa muito rara de acontecer, mas por baixo dessa ira tinha uma preocupação com a fuga do rapaz e se ele tivesse se perdido ou algo pior acontecera a ele durante a tempestade, sua estava realmente aliviada ao ver que o garoto esta são e salvo, e assim foi um belo castigo de 10 anos sem sair…

Logicamente Akrazu nunca ia esperar 10 anos para sair de sua casa e vasculhar a cidade de prata, foi nessas espreitadas que sua sorte pareceu falhar, pois ao passar em um beco ele foi abordado por um trupe de bandidos, deveria ter pelo menos 6 deles, o encurralaram em um beco e começaram a ameaçá-lo com um punhal, Akrazu estava realmente com problemas principalmente quando um dos bandidos o reconheceu, agora de um simples assalto poderia ser considerado um possível seqüestro, mesmo com seu dom e anos de fala mansa e conversas enganadores não conseguira enganar a convicção desses assaltantes, tudo parecia perdido…

Foi nesse momento que um estranho Alto-elfo passava coincidentemente por aquele local, ele viu a confusão e com muita habilidade e graça desarmou todos os assaltantes e com golpes que pareciam relâmpagos derrubou um por um, quando terminou estendeu a mão ao jovem caído e um pouco machucado das agressões que sofrera, ele se apresentou como Faldrim e fora do beco uma bela dama élfica azul o esperava.

Eles levaram Akrazu para sua residência e lá a jovem condessa cuidou de seus ferimentos, Akrazu sabia ser realmente agradável em conversas, isso lhes renderam horas e horas de historias, Faldrin tinha historias maravilhosas sobre imensas aventuras que já lutou, viveu, conquistou ao lado de grandes amigos, Akrazu ficou maravilhado e um coisa que chamava muito a atenção do jovem era uma grande afeição, amor ou algo que ele não compreendia vinda de Faldrin e a Condessa, ele realmente pareciam tudo um para o outro

A casa de Faldrin era extremamente adornada com muitas coisas caras e arquitetura de vários povos, uma coisa que chamou atenção era o brasão da família real, foi então que ele entendeu realmente quem era a Condessa

As horas passaram como vento, ele havia se perdido com esta gente maravilhosa, mas agora ele tinha certeza que seu pai o iria acorrentar por pelo menos 50 anos…

Eles resolveram acompanhar o jovem ate sua residência, e ele não resistiu em convidá-los para jantar em sua casa, mas eles recusaram pois na verdade já estavam de partida, enquanto caminhava Akrazu notou que o casal era um tanto mal visto pelas pessoas ao redor, em sua mente ele se lembrou, que não e muito comum na verdade não é nada comum um elfo do gelo se unir a um alto-elfo, ou qualquer outra raça, mas para ele isso não importava e isso já basta para ele.

Após chegaram na casa de Akrazu eles se despediram e ele fora convidado a passar um tempo na casa dos dois se assim desejasse em Wondrom.

70 anos se passaram e estava na hora de Akrazu crescer e escolher para si um nome adulto, seus pais não economizaram na cerimônia, fizeram uma bela festa onde toda sua família fora reunida, festividades vão e vem, e o nome escolhido para si fora Yuran (significava eterno), foi no fim da festa que seus tios o chamaram

Quase todos haviam ido embora agora só restavam Yuran e seus tios, foi então que ele ficou sabendo do que se tratava, eles disseram que era uma coisa de família. Yuran teria que partir uma semana para a floresta de cristal e retornar para realmente ser considerado homem e herdeiro da família Zealor. Ele achou uma grande palhaçada e ate gargalhou na cara de seus tios… mas ate hoje ele não entende o porque de ter aceitado a proposta.

Na manha seguinte mentindo a sua mãe dizendo que iria visitar um velho amigo em uma cidade próxima e que voltaria em uma semana, ela não negou e nem se preocupou pois Kuran irmão mais novo de seu pai disse que iria acompanhá-lo. Então rumou para tal floresta.

Ele chegou e sem olhar pra trás adentrou na fria e densa floresta, Kuran não era louco e nem queria o mal do garoto semanas antes ele pagou um habilidosos ranger para verificar os animais e se existiam perigos na floresta e como a resposta foi negativa então resolveu fazer essa peça em seu sobrinho.

O primeiro dia foi deprimente, pois Yuran demorou muito para encontrar uma caverna para se abrigar, e a provisão que trouxe foi facilmente consumida, diante do tédio, o segundo dia foi pior ainda já que a comida começou a acabar. E no terceiro dia veio a complicação arrumar alimentos, ele ate pensou em fazer armadilhas para capturar alguma lebre das neves, mas o resultado fora uma grande falha e mesmo se tivesse tido êxito se questionava se conseguiria matar o pobre animal e ainda por cima prepará-la adequadamente, foi então que sua sorte novamente sorriu, ele achou uma estranha arvore com frutos muito diferentes de tudo que já comeu.

No quarto dia ele começou a tocar e compor musicas para passar o tempo, já que exercícios e as tentativa de caçada agora se tornaram um tipo de passatempo para ele, no final do quarto dia começou a se formar uma tempestade terrível, o quinto dia foi totalmente comprometido e entediante então ele tocou o dia inteiro, tocou e cantou para espantar a fome, o tédio e a loucura, no fundo ele pensava que jamais devia ter aceito aquela estúpida proposta…

O tempo parecia ter parado… sua reserva de frutas estava quase acabando…

Foi quando pra sua surpresa uma estranha forma começou a se formar naquela densa neve, ele percebeu mas em momento algum parou de tocar pois para ele era sua mente lhe pregando truques. Não demorou muito e uma figura de uma bela mulher adentrou na caverna.

“Ela era linda, inigualável, exibia uma beleza fora do comum, seu rosto belo e sem qualquer marca, sua pele clara lisa perfeita, seus cabelos claros que não passavam dos ombros presos em um único rabo-de-cavalo, seus olhos verdes exibiam um brilho confiante exibindo sua vontade de viver, trajava apenas umas roupas simples, feitas de um material estranho, nada como seda ou outras linhas caras que era costume na capital, não era extravagante nem sexy, era realmente uma roupa simples e aconchegante, disso nunca me esquecerei.”

Ela adentrou na caverna, quando ela entrou apenas sorriu e disse que então aqui era o centro da tempestade, foi somente ai que Yuran percebeu que estava tocando a canção que a muito se proibira de tocar, um reflexo inconsciente?

Ele não conseguira se desculpar, nem falar direito, ela entrou e ficou fitando-o por alguns instantes. ”Lavian” ela disse

Ele fez cara de quem não entendeu então ela prosseguiu:

Meu nome é Lavian e o seu?

Yuran Akrazu… Mas o que faz por essa floresta? Você é o anjo que ira me levar? Estou morto ou apenas… Sonhando?

Ela sorriu: eterna sorte prateada não? Eu sou eu desde que eu me conheço! estou viva e não nasci celestial eu acho. Ela pausadamente olhou-se e começou a rir.

Eu estava passando próximo a esta floresta, quando fui pega pela tempestade e resolvi procurar abrigo nesta floresta deserta. Foi quando ouvi sua musica e vim.

Yuran de algum modo não se sentia atraído pela beleza da moça como muitas vezes fizera na capital, ele não sentia desejo mas acreditava ser algo mais.

Eles ficaram 2 dias presos a caverna e conheceram mais um ao outro, tudo o que ele sabia era o que Lavian havia contado para ele, e ate ficou sem comer para que sobrasse mais para ela, coisa que para ele era impossível de acontecer em circunstancias normais…

Lavian vinha de uma simples família que vivia em uma simples vila a poucos dias da capital, seus pais eram donos de pequenas terras, ela dizia ser abençoada por Nartäriel pois possuía um dom que levou anos para controlar e mesmo assim não o tinha desenvolvido adequadamente, um dom da palavra, engraçado ela dizer que nascera no mesmo dia que Yuran, e agora caminhava para a capital para ver um velho amigo da família que poderia lhe dizer mais sobre seu dom, a vida dos dois pareciam ser bem semelhantes exceto pela diferença social, apesar de tudo ela demonstrava um conhecimento maior que ele jamais teve ou se lembre, tudo nessa pessoa o fascinava. E com o tempo ele desenvolveram um certo tipo de laço, foi ai que pela primeira vez ele descobriu o que se passava entre Faldrin e a Condessa, o significado do amor, tudo que ele já sentira não passava de mera luxuria mas com ela era totalmente diferente, ele amava aquela pessoa e não aquele corpo.

Então a tempestade parou e eles rumaram para a cidade. Chegando eles foram direto procurar o amigo de Lavian, Jaralh um velho bibliotecário e visionário nas artes arcanas.

Após muita conversa Jaralh revelou o segredo do dom de Lavian e também o identificou em Yuran, era a benção de Nartäriel, um estranho poder de convencer as pessoas e ter poder de subjugar a vontade das pessoas, Lavian não gostou do que ouviu, pois era um ato horrível subjugar a vontade dos outros, um ato maligno então ela quis fazer um juramento com Yuran de nunca usar esse poder com mas intenções, ele nunca conseguiria dizer não a esta pessoa.

ele passaram mais um tempo juntos e então ela partiu para conhecer o mundo. Ele ficou forçado por suas obrigações de herdar o nome da família,

3 anos depois Yuran em meio as suas andanças descobriu algo muito estranho e que ainda não havia sido dissipada, aparentemente as famílias reais estavam em pé-de-guerra, pois o brasão real fora roubado, e o principal suspeito era Faldrin.

Faldrin? Como poderia? Porque… não jamais poderia ser ate mesmo eu mas não acredito que Faldrin viria as terras gélidas somente para roubar um estúpido brasão !

Yuran começou a andar pela cidade a fim de recolher mais informação sobre o assunto, quando ele passava por um beco algo o chamou, ele olhou e viu Faldrin.

Ao se aproximar Faldrin disse que precisavam conversar em um local particular e então ele abriu uma porta aonde a poucos minutos era apenas uma parede, era uma sala extremamente confortável, serviçais invisíveis como o vento nos servia um pouco de chá, tivemos uma longa conversa, mas os pontos que realmente significaram algo foi revelado, Faldrin me contou que não havia pego o brasão e ele estava com as mãos atadas pois se ele começasse a se mover, ou usar sua força para fazer algo seria totalmente errado, e o pior poderia trazer pessoas poderosas a atividade que traria muitos problemas, ele me pediu investigar e se pudesse recuperar o brasão e assim limpar seu nome. Isso me soava como uma bela aventura e a muito estava enjoado das pessoas nobres, da vida pacata e monótona da nobreza eu queria algo mais, eu queria finalmente começar minha jornada para superar Marcus, ele já estava 90 anos a minha frente se ele não tivesse conseguido então o tempo o teria vencido, mas a mim eu tinha uma vantagem, o tempo para mim nada importara.

Após me despedir de Faldrin fui ate Jaralh e contei a ele tudo o que estava acontecendo, e ele achou tudo muito estranho e prontamente decidiu me ajudar, afinal não era bom ter uma guerra entre os herdeiros e a família real isso poderia colocar o reino em sérios problemas, e jaralh sempre foi algum que cultivava a paz e bondade. Ele decidiu me financiar uma viajem para o reino branco onde eu poderia conseguir informações com um velho amigo seu, seu nome era Harak um sábio e adivinho que residia ensinando na grande e fabulosa torre de Ermaras.

Eu juntei minhas tralhas e deixando apenas um bilhete para minha família peguei um barco para o reino branco.

“Queridos pais, eu já não sou um jovem garoto tolo, e resolvi correr atrás de meus sonhos espero que me entendam e me perdoem, de agora em diante vou colocar o nome que me deram ao nascer nos livros de historias, preciso muito ajudar um amigo em apuros e por fim me tornar Supremo em minha arte.”

A viagem foi longa e demorada graças a minha presença foi menos entediante certamente eles apreciaram minha presença, tivemos poucos problemas e passamos por varias cidades portuárias conheci mais pessoas, de todas as raças que eu pude encontrar, Yuran ria das características dos anões sempre sérios e por cantarem musicas “exóticas”, altos elfos eram um pouco mais simpáticos do que os elfos em crionashtur mais altos e estranhos, fora uma viagem bem interessante, e Yuran não deixara de pensar em toda a viagem que talvez pudesse encontrar Lavian…

Ao chegar as terras do reino branco ele logo foi em busca de informações sobre onde poderia encontrar a famosa torre de Ermaras. Sem muita dificuldade ele conseguiu as direções mas teve de pagar um guia ou logo se perderia nessas terras estrangeiras. Alem do mais o calor incomodava um pouco e ele era obrigado a usar um manto por causa de sua pele clara. Todos o olhavam com enorme desconfiança ou o estranhavam, não deveria ser comum Elfos do gelo sair por ai? É eu acho que não!

Ao se aproximar dava para notar uma enorme torre de cor marfim, e ao adentrar podia se ver uma enorme biblioteca com escadas mágicas, demorou um pouco para conseguir informações, e logo se reunira ao velho amigo de Jahalh, Harak.

Ao chegar a sala de Harak, Yuran se depara com um velho em um manto estrelado, uma enorme sala com livros espalhados, empilhados varias lousas com teses arcanas incompreensíveis, e uma garota.

“Ela é uma humana de baixa estatura vestida em uma calça de couro marrom e uma espécie de corpete vermelho pouco chamativo; ela tem a expressão de pressa todo o tempo e é vista usando um monóculo preso aos cabelos escuros pouco abaixo dos ombros e presos em um rabo-de-cavalo aparentemente porque ela se esqueceu de tirar.”

Harak logo diz que antes de perguntar qualquer coisa Yuran deveria acompanhar Trisha e que seus destinos estavam interligados, pois ambos buscam por algo, e se eles se auxiliarem ambos poderão encontrar o que buscam.

E assim Yuran e Trisha partiram para um vilarejo chamado Tyon, durante a viagem Yuran tentou se “aproximar” de Trisha mas ela não parecia estar interessada em algum laço agora, apenas de também não negar aos elogios do jovem elfo. Mas ainda sim parecia que o que ela busca e de suma importância para ela.

Durante a viagem eles passaram por varias vilas devastadas, pareciam atacadas por bestas selvagens destruidoras, tudo o que sobraram fora ruínas e cinzas, Trisha até revelou que quem fez isso sabia muito bem o que tava fazendo e não usou nenhuma mágica para tal.e se fosse um ritual, provavelmente existiria algum traço nas redondezas, mas não ah magia. E isso a incomodava profundamente, logo chegaram a cidade chamada Tyon e logo foram descansar na única estalagem da cidade O canto azul, Yuran pagou os dormitórios e ambos ali passaram a noite.

finalmente

apos muita ressaca do caralho e um dia inteiro de digitação finalmente terminei.
com muitos erros de portugues concordancia e zaz mas ta ae !!
Agradeçimentos:
exclusivamente eu, eu de novo, ao impronunciavel Khàszío por me auxiliar, e o Minor chaos que me ajudou a me livrar da porra da ressaca do caralho !! vlw pessoal

aparencia:

Yuran e um elfo albino de 1,70m e aproximadamente 50kg possui uma grande marca negra que lembra muito uma lua em suas costas, possui cabelos em um tom prateado longos ate as costas, olhos azuis muito claros, normalmente em terras estrangeiras ele costuma tentar se parecer o maximo possivel com seus parentes alto-elfos, traja um manto rubro e vestimentas de viagem nada extravagando ou de material caro,

Pré-Aventura

A noite de sono na Canto Azul foi uma das melhores noites de Yuran no continente humano, chamado Hyralfen. A cama era mais macia que as da taverna que ele havia ficado desde a Torre de Ermaras. Trisha, como sempre, tinha ficado em um quarto separado. A noite foi boa e, como sua raça não necessita de muito tempo descansando, Yuran acordou perto do final da noite. Apreciou a lua por cerca de meia hora: neste continente ela parecia menor, menos brilhante-"Uma pena, realmente" pensava ele.

Cansado de observar o astro e, com medo de acordar os outros hóspedes se começasse a tocar ou cantar, ele decide sair para um pequeno passeio na madrugada de Tyon. Mas, para sua sorte, ele mal havia saído da taverna, quando deu de frente com um meio elfo. Com o rosto coberto, pois achou que não havia necessidade de maquiagem já que tudo estava tão deserto e quieto. Mas o meio-elfo era bastante perceptivo e logo percebeu sua pele branca. Mas ele não pareci assustado, pelo menos não até encarar Yuran nos olhos. O meio elfo apresentou-se como Olkir, um guia da cidade. Ele diz ter ouvido rumores de seus primos das terras do extremo leste, mas que era um prazer realmente encontrar um frente a frente. Estava tão animado que faria sua conhecida trilha para a Rosa Azul pela metade do preço. Yuran era muito curioso sobre a flor e aceitou a oferta de Olkir.

As ruelas de Tyon eram bastante escuras a noite e Olkir levava consigo uma tocha enquanto procuracam a saída do vilarejo. As casas pareciam sombrias, com a lua diminuída, mas um local chamou a atenção do bardo: um templo dedicado a deusa da vida, tinha suas portas abertas e lanternas na entrada; era como uma pequena luz na escuridão, que lembrou Yuran de algumas canções com contextos parecidos. Na entrada do templo, existia um humano coberto por uma longa capa azul escura carregando em seu pescoço orgulhosamente o símbolo do deus da honra, Hartol.

O homem logo perceu os dois andantes e, quase por instinto, expressou um pequeno sorriso seguido de um "boa noite senhores" respondido com palavras semelhantes. O homem, então, pegou seu escudo que estava encostado na parede do templo e adentrou este.

Passado o encontro, Yuran e Olkir seguiram sem mais desvaneios até o bosque. Este era maravilhoso, de um verde sem igual. Nas terras gélidas, as florestas eram raras e as que existiam era compostas de coníferas altíssimas e sem cor. Aqui era diferente, a natureza era viva e colorida. Adentrando o bosque, havia uma pequena trilha que parecia ser bastante antiga pois a vegetação rasteira não mais adentrava seus limites. a trilha levou Yuran, junto de seu guia, por um caminho majestoso, apesar de sombrio por ser noite, dentro do Bosque da Cachoeira Tripé. E depois de 20 minutos de caminhada leve com direito à brisa do começo da manhã, Olkir finalmente atingiu seu objetivo de levar seu parente distante até a formosa cachoeira de três quedas. Sob a luz da lua, ela parecia prateada. "Se a água de Asprun-Ídril não fosse congelada, assim ela seria" pensou Yuran. Mas, para completar a beleza estonteante do lugar, a vegetação lateral à queda d´água era dominada por flores em botões bem gordos e de um azul anil surreal, quase místico. Na luminosidade da tocha de Olkir da lua diminuída aquilo parecia o paraíso e, de repende, uma imagem maravilhosa de Lavian veio a cabeça do elfo azul-"Com certeza, ela amaria esse lutar" pensou ele. Depois de mais alguns longos minutos admirando aquela beleza, Yuran decidiu que era hroa de voltar.Mas não sem colher meia dúzia de Rosas Azuis. Para completar a magia cenográfica daquela madrugada artística, ao sair do bosque Yuran desfrutou o nascer do sol, um acontecimento maravilhoso em qualquer lugar do mundo.

Voltando para o Canto Azul, Yuran chegou a tempo de arrumar-se e tomar o café da manhã, tão quente que sua maquiagem quase é desastrosamente tirada pelo próprio suor. O bardo pôde perceber que a taverna era bem movimentada mesmo para aquela hora do dia, então ele viu uma ótima chance para ganhar algum dinheiro e ao mesmo tempo compartilhar com todos ali a vista, agora descrita em melodia, que havia presenciado mais cedo. A harmonia musical tomou conta do local. E Yuran perdeu a noção do tempo.

O que ele percebeu durante aquele dia era que Trisha passou toda a a tarde a noite examinando alguns papéis, que ela chamava de "arquivos". Em uma de suas poucas pausas, o bardo presentiou sua companheira de viagem com uma rosa azul. Ao receber a flor, a humana a olhou e analisou e começou a fazer um discurso sobre as características científicas de flor. Sem entender, Yuran virou-se e começou a andar de volta para o palco. Depois de alguns passos, a humana o chamou e disse: "Obrigado Yuran" e sorriu. Foi a primeira vez que ela havia sorrido e mostrado algum afeto para alquém na presença do bardo.

A sinfonia de Yuran durou até tarde da noite e ao final, o próprio Rhontar agradeceu Yuran e ofereceu algumas peças douradas pelo trabalho, convidando-o para tocar novamente no próximo dia. Era muito tarde e Yuran estava novamente exausto, talvez devesse descansar um pouco mais essa noite.

O bardo saiu de seu quarto quase antes do almoço no outro dia, havia passado a maior parte da manhã, compondo as canções do dia anterior. Ao descer, ele viu Trisha conversando com um humano alto e robusto vestido em roupas longas em um tecido semelhante a ceda, ao olhar. Eles estavam na mesa mais distante da entrada da taverna. Quando estava próximo de lá, Yuran ouviu o barulho de cavalos apressados que vinham de fora da taverna. Logo depois, ouviu também o ruído nada melódico da janela atrás dele se estilhaçando.

Ficha

Nível 1

Tipo/Tamanho: Humanóide (Elfo Azul)/Médio
Classe: Bardo 1
DVs: 1d6+4 (10 PVs)
Iniciativa: +3
Deslocamento: 9m (6qd)
CA: 17 (Armadura de Couro+2,Escudo Grande de Madeira +2,Des +3), toque 13, surpreso 14
BBA/Agarrar: +0/+1
Ataques: Espada Longa +1 (1d8+1/19-20/x2) ou Besta Leve +3 (1d8/19-20/x2)
Espaço/Alcance: 1,5m/1,5m
AE:
QE: Música de Bardo 1/dia, Conhecimento de Bardo (+4), Bênção da Lua, Vitalidade x2, Convocar a Tempestade
TR: Fort+2/Refl+5/Von+3
Hab.: For 12, Des 16, Con 14, Int 16, Sab 12, Car 18
Perícias: Blefar (+10), Diplomacia (+10), Obter Informação (+10), Conhecimento (História) +7, Atuação (Canto)+10, Sentir Motivação +5, Identificar Magia +7, Usar Instrumento Mágico +8
Talentos:
Tendência: Neutro
ND: 1
NC: 1
Divindade: Nartäriel (+2 em Diplomacia, Blefar, Obter Informação e Atuação./ -1 em Testes de Resistência de Fortitude.)
Conhecimentos :
Esilos de Luta: Canção Gélida 1
Equipamento: Pederneira e Isqueiro, Saco, saco de Dormir, Cobertor, Traje de Aventureiro, Manto, 3 Tochas, Mochila, Cantil, 8 Virotes, Bolsa de Componentes Materiais
Magias Conhecidas: Detectar Magia, Som Fantasma, Canção de Ninar, Ler Magia, Pasmar

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