O Retorno Da Senhora Das Sombras

Imagens

Finalmente começou. "Chega de esperas! Não ficarei mais aqui como se fosse uma cárcere sem importância! Meu poder vai muito além do de todos eles. Não há, nesse mundo, ser capaz de me derrotar, não mais! Então que as sombras se levantem de seus esconderijos e obedeçam as minhas ordens e formem novamente, e dessa vez ainda mais forte, o Exército das Sombras! Pois assim eu proclamo e que assim seja!"

O Choro da Pequena Sombria

Uma criança se perde dos pais na cidade de Olost. Victor Ahrius, um clérigo de Tullï tenta ajudá-la, mas só a alcança com a ajuda de Norhësh Slifer e Eralon Flare. Este que em busca dos pais achou impostores qua o mandaram procurar sua filha desaparecida em troca da certeza de não matá-los. Enquanto isso um ser muito esquisito invade a Torre Ermaras e rouba um livro sobre as antigas Ruínas de Sond e Theros Glannath é enviado para descobrir o paradeiro do ladrão e seus objetivos.
Eralon, Slifer e Victor levam a criança até a casa dela (dos pais de Eralon) e são mal recebidos pelo pai da menina, mas que acaba "convencendo-os" a se retirar e ele também se retira da casa. Dentro do aposento, Eralon encontra seu pai amarrado e amordaçado.
Na floresta ao norte do Feudo Capital, Laiu e Faldrin são avisados sobre um mal que se arrasta sobre a cidade de Olost e são mandados para investigar.
Na taverna das Folhas Amarelas os aventureiros finalmente se reúnem e decidem partir juntos para Sond.
Que comece a caça!

Comentários de NPC's:
-"Tolos! Acham que podem ir contra a vontade da Senhora das Sombras! Melhor que saiam do meu caminho, não quero ter o trabalho de tirá-los por mim mesmo." (????, cara sombrio de Armadura Comleta Negra, Escudo Grande de Metal Negro e Maça Negra).

-"Tolos, é o que levam por me desafiar!" (JAVA)
Rumo às Ruínas
Durante a viagem, uma inesperada visita de um Ogro e dois orcs é facilmente superada pelos destemidos aventureiros, com ênfase às habilidades mágicas de Theros e Eralon.
Chegando a Sutrin, os aventureiros vão até o templo local de Hurst em busca de recompensa pelas cabeças dos ladrões. Quando saíam do local, um misterioso Clérigo apresentou-se com o nome de Horst, disse que ele e o grupo tinham um alvo em comum e se ofereceu, junto a um marujo chamado Hemmet, a juntar-se a eles em busca do homem de negro. Eles aceitam o convite e partem para Valië.
De lá, os intrépidos aventureiros e Horst adentram a floresta e acham a trilha para as ruínas de Sond. Mortos que andam os atormentam.
Adentrando o Templo de Arfnech, Theros consegue decifrar as saudações do Senhor dos Mortos. Victor e Horst invocam o poder de seus deuses para abrir a porta secreta e o clérigo de Hurst é proibido de entrar. Após escadas, mais mortos-vivos. Abre-se o primeiro andar.
Que mais terá Arfnech deixado em seu templo? Por que Horst não pôde entrar? Quem será o portador da sombra a quem todos procuram? Que outro perigo Horst disse que ia investigar?

NPC's:
-"Adentram minha casa sem permissão. Mortais tolos! Não chegarão muito longe!" (Arfnech)

-"Mesmo com Intervenções a seu favor, ainda estou mais perto de conseguir o que quero do que vocês de me encontrar." (????, Portador da Sombra)

-"O que o Deus da Guerra tem a fazer aqui!?" (Horst)

-"Ó, Justiceiro, minha espada responderá sua pergunta!" (?????)

-"Arcrest…Arcrest…" (??????)

Morte e Vida no Templo do Deus Arfnech

De fato os aventureiros subestimaram Arfnech e superestimaram a si mesmos. Acabaram por ficar encurralados por um Ogro zumbi e um Troll esqueleto. Este último veio a destruir a vida de todos os intrépidos mercenários. Nem mesmo o resistente Norhesh resistiu à criação de Arfnech.
Eles se levantam e vêem a si mesmos caídos sem vida. Fantasmas: eis o que se tornaram. Mas havia muito mais gente ali do que se esperava, mas nenhuma esperança de saída para nenhum deles a não ser que…
Um mago que parecia ser um dos mais velhos e poderosos do lugar diz a Theros que só um escolhido dos deuses poderia derrotar o guardião do primeiro andar e libertar a todos. Enquanto isso, Victor e um clérigo experiente de Tülli tentam curar os ferimentos de Norhësh causados pelo Servo da Guerra e o clérigo vê o futuro de Victor e afirma que ele é um escolhido de Tülli, ou pelo menos será. Forja-se um plano para derrotar o guardião.
Norhesh encontra um guerreiro que diz saber como encontrar o verdadeiro portador da cruz que ele carrega no peito, mas que só pode ajudá-lo se sair dali e o misterioso homem lhe entrega uma cruz vermelha.
O guardião é derrotado, mas algo parece não ter dado certo. O altar do templo é destruído, mas só aí o verdadeiro guardião apareceu, mas não ofereceu resistência. Eles tiveram sua vida restaurada, mas com um preço.
Outro homem misterioso comçe a seguir o grupo.

NPC's:
"Sim, Theros, nós provavelmente nos encontraremos de novo."(Verdadeiro Guardião)
"Venha a mim Arcrest…"(????)
"O vento toca minhas asas e sussurra que um encontro em família acontecerá em breve."(Ancião)

Bárbaros, Elfos, Rei e Guerra

Saindo das ruínas, na cidade mais próxima, os aventureiro são avisados que uma horda de bárbaros invadiu Sutrin e partiu para Olost e um agente da milícia pede para que os aventureiros levem a mensagem aos ouvidos do rei na capital. Horst separa-se do grupo.
Eles decidem seguir pela floresta: o caminho mais rápido. São parados por elfos que, depois de explicada a situação, aceitam atravessá-los. O misterioso seguidor se revela como Kimagure Kilua, um renegado do povo sombrio. No entanto, o tratamento não é bom e eles são levados com pressa através de Ulnïsu para além do rio Sutrin.
Na capital Rolien eles avisam o conselho e são convocados à guerra. Norhësh tem, com o corajoso Herald Talmer, uma perigosa aventura no bairro morto.
Eles partem para Olost com a Milícia do Rei e lá encontram a horda prestes a atacar novamente. Os truques mágicos dos magos não funcinam e uma sangrenta batalha se sucede. Norhësh encontra-se com o shaman da horda que promete tirar os bárbaros dali se o snguinário o ajudasse a tomar a liderança dos insanos guerreiros. Norhësh e Faldrin derrotam o líder bárbaro e a batalha se encerra.
Os aventureiros, por fim, são recompensados pelo rei. Eralon descobre o alter ego de seu pai e este sai a procura da esposa.
Theros descobre que Arcrest, que haviam perseguido, pretende viajar a Tenebra daí a um mês.
Os aventureiros passam por experiências não tão bem sucedidas no Coliseu, mas Kimagure consegue o 2º lugar na categoria especialistas. Norhësh continua a arriscar-se no Bairro Morto com Herald e leva Faldrin consigo.
Estarão eles prontos para partir para a Ilha Maldita?

NPC's:
-"Então você pega e… BUM! (Theros chamuscado)" (Sundar)
-"Ainda insistirão nessa caçada insana? Em Tenebra, eu estarei em meu território e vocês não vencerão de maneira nenhuma!"(Arcrest)
-"Chegue mais perto, Norhësh chamado Slifer, meus servos anseiam por seu sangue."(????)

Desastre em Oldrin

Finalmente um mês se passou e os aventureiros partem para Oldrin. Na viagem, os sentidos aguçados de Faldrin e Norhësh avisam que alguns Goblins os espreitavam, o que tornou a batalha uma comédia. Os inimigos foram facilmente rechaçados.
Mais perto do Grande Rio, as habilidades do elfo Faldrin declaram a presença de anões, fato que eles esperavam ser bom. No entanto, a recepção dos Filhos de Norgar não foi nada boa. Mesmo assim, Theros e Victor foram levados ao que parecia ser os líder dos anões e lhe entregaram o presente previamente comprado, uma pérola. Eles se sentiram minimizados quando colocaram os olhos no Palácio de Adamante, forjado inteiramente desse metal. A passagem sob o Grande Rio, de uma maneira ou de outra, foi garantida.
Finalmente, os aventureiros chegaram à cidade portuária de Oldrin e se instalaram na casa do marujo Hemmet. Foram necessários dois dias de preparação e investigação de todo o grupo e, no final, decidiram afundar o navio.
Nesse meio tempo, uma inesperada ajuda de um paladino de Hurst chegou buscando rumores da Capital. Além dele, o irmão de Theros, Arcon aportou em Oldrin vindo atrás de sua curiosidade depois de um encontro com Sombras na Capital. O que ele não sabia era que isso poderia metê-lo em encrencas maiores do que ele pudesse escapar facilmente.
Chegado o dia da partida dos navios estranhos que os aventureiros julgavam ser de Arcrest, a operação fora colocada em prática. Infelizmente, Arcrest parecia já saber do plano, capturou todos eles e matou o Armador. Todos foram levados ao navio principal e amarrados em cordas mágicas.
Certo dia, Tarnlorvor apareceu nos sonhos de Hemmet e disse que iria destruir os navios e salvar a ele e seus companheiros. Uma tempestade se abateu sobre os barcos e os afundou.
Os aventureiro, agora, acordam numa praia escura. Victor não está com eles. Será essa Tenebra? Onde estará Victor e por quem ou pelo que ele foi levado?

Tenebra

Com os dons de Faldrin, alguns dos aventureiros vão a procura de Victor pela Floresta Negra. As árvores são distorcidas e sangram um líquido viscoso e negro que Laius afirma ser veneno. Eles chegam a uma clareira e enfrentam um lobo gigante com olhos vermelhos, chifres e uma gema encrustada na testa. Este era Arnun, o lobo maldito. Com certa facilidade o inimigo é derrotado.
Através de cavernas e com a ajuda de Kimagure, os aventureiros chegam a uma ponte de pedra sobre um penhasco. Abaixo, Theros identifica uma espécie de Portal e dele, Arcon vê saindo uma criatura alada do tamanho de um cavalo e com escamas vermelhas ao lado de duas formas humanóiddes asquerosas.
Continuando pela caverna, eles chegam à toca de Tarvol, filho de Lard, uma cria vampírica que tinha sequestrado Victor e o clérigo amarrado. Após uma luta difícil, Tarvol é finalmente destruido e Victor libertado.
No caminho de volta, os aventureiros são atacados por Alfrinque se diz Lorde da Floresta Negra. Após certo confronto e uma conversa pouco amigável, Alfrin liberta os aventureiros a custo da gema de Arnun.
Enquanto isso, na praia, Norhësh encontra uma antiga conhecida: a filha de Arcrest. Enquanto decidiam o que fazer com a criança, chegam Victor e seus salvadores, mas ausência é notada: Hemmet, o marujo, perecera na batalha contra Tarvol.
Eles decidem seguir para o sul. São atacados por Worgs, mas chegam em segurança nos arredores da capital Namurië. Theros e Kimagure saem disfarçados na direção da cidade em busca de informações. Desentendimentos sobre o destino da Criança Sombria leva Arcon a tirar a menina das mãos dos companheiros e levá-la ao pai que oferece a Arcon e Theros uma saída da Ilha.
Os outros São surpreendidos por uma mensageiro de Arcrest querendo negociar a posse da Menina, mas Faldrin não acha rastros de seu seqëstrador. Kimagure volta e conta sobre a lenda dos Escravos Revoltos ao Sul. Não há mais pelo que trocar suas viagens de volta. Por que Arcon fez o que fez? Theros abandonará o grupo? E Kimagure?

Arcon:

Há, eu não esperaria que um nobre sacerdote como Victor compactuasse com idéias de um assassino brutal, uma pena.
O acaso novamente abre uma porta e eu tenho de sair pelos fundos, afinal não gostaria de ver meu manto manchado de sangue a essa hora (muito menos o meu).
Pois bem se este tal Arcrest pode libertar a rainha das sombras e acabar com o mundo, eu ainda posso fazer alguma coisa, desde que não esteja em um lugar onde até a natureza parece que vai te engolir e absorver.
Afinal como diz o ditado "Para haver sombra é necessario haver luz."
Lamento pelos meus companheiros, que a estrela do destino os guie para uma morte serena.

Refugiados

Kimagure conta aos companheiros sobre a lenda do acampamento de ex-escravos nas terras ao sul e pra lá eles partem. Com alguns inconvenientes facilmente ultrapassados no caminho, eles chegam às colinas onde supostamente estão os ex-escravos. Depois de um difícil encontro com um Gauth, os aventureiros encontram um guarda, um dos ex-escravos das lendas. Kimagure deixa o grupo.
Enquanto isso, Theros e Arcon tomam um barco que seguiria para o Continente. A embarcação, no entanto, é atacada por estranhas criaturas humanóides feitas de água e só não exterminam os dois irmãos. Eles encalham na Costa e tomam um caminho determinado aleatoriamente. Com a benção da sorte eles encontram Kimagure que os levam para o encontro dos outros.
Na entrada das cavernas, eles são atacados por estátuas vivas. O Refúgio estava sendo atacado. Finalmente, o grupo se une outra vez e enfrentam juntos as estátuas vivas, sem muito sucesso. Com o tempo as estátuas os estavam forçando a entrar mais fundo no subterrâneo, até um salão muito grande iluminado por uma intensa luz. Kimagure perde seu disfarce.
Com o peso de todos os Refugiados, o solo do salão começa a ruir e faz todos caírem lentamente (através de magia) até um salão inferior. Slifer e Faldrin enfrentam as Estátuas de Aranhas e obtém sucesso em derrotá-la. A batalha foi vencida em todos os flancos.
No salão encontrava-se um ser preso, o qual descobriram ser Archond.
Hemmet foi rescussitado e todos passaram um mês treinando.
Kimagure foi em busca de ajuda com os renegados e conseguiu uma passagem. Eles voltam para o continente com os renegados.

Separação

Eles foram levados a Turshec, o Reino Branco. Eles foram para Fardon, a cidade capital. Um estranho guerreiro ofereceu uma recompensa para que os aventureiros o ajudassem a salvarem seu amigo e recuperar um artefato para o colecionador chamado Josh. Eles vão e superam o desafio e recebem a recompensa.
Quando voltam à cidade, um estranho guerreiro que dá o nome de Sirius a si mesmo leva Victor consigo. Theros e Eralon vão para a Torre Ermaras para descobrir sobre o misterioso Archond e descobrem a verdade sobre o Genasi Uni. Depois de uma aventura ao sul ajudando a expulsar múmias de uma pequena cidade, Eralon e Theros voltam mais fortes.
Hemmet reencontra seu pai num esconderijo de piratas e participa junto dele de um assalto a um navio que, mais tarde eles descobrem ser do povo Sombrio e encontram uma carta em uma língua estranha(depois Theros decifra a carta que fala sobre um certo dia da BAtalha que acontecerá a dali 5 anos). Hemmet recebe treinamento e recursos e volta para a cidade capital.
Quem levou Victor era Enyus, o Errante, que devido a sua dívida com Tülli ajuda o clérigo a descobrir seus poderes de Genasi.
Faldrin e Slifer partem para Wondrom e, no caminho, ajudam outros dois elfos (amigos de Faldrin) a exterminar um ninho de orcs. Slifer parte para Vastardel. Faldrin ajuda seu mestre Haladen a expulsar os orcs da Colina Alta na floresta de Ulrinev e Haladen inicia Faldrin na ordem dos Mestres das Lâminas
Slifer chega a Vastardel e, com a ajuda de Xar, um dos magos guerreiros, destrói 5 das prisões do Imperador, mas não encontra o Ancião. Na última das Fortalezas, um Dragão Negro os pega e se mostra o Ancião. Slifer encontra seu pai, um Vingador de Varkast e rescussita Toril. Slifer se torna um Esmagador de Crânios.
Os outros partem para Wondrom, sabendo que Arcrest está pensando em ir para Crionashtur, o Reino do Gelo. Laius contrai a licantropia. Laius fala com a filha de Arkfalas que transforma sua doença em dom. Depois de incidentes com Águias e Yrtaks, eles chegam ao destino.

O Bairro Morto

Em Wondrom Theros e os outros se encontram com Faldrin e seu novo aliado, o anão Clio. Herald, vem até eles e fala sobre o suposto ataque do vampiro líder do bairro morto à cidade dali a 4 dias. Eles partem a procura do refúgio do vampiro. Eles são atacados muitas vezes por monstros e Eralon cai, mas é revivido por Victor. Eles saem do Bairro Morto.
3 dias para o ataque.
Novamente, os aventureiro se dividem e entram no Bairro Morto, um grupo liderado por Herald e o outro por Theros. O grupo de Herald é atacado de surpresa por uma tropa de vampiros, Herald se torna o único sobrevivente. O grupo de Theros encontra um pseudo-dragão que, por uma esmeralda, aceita levá-los para a mansão do Vampiro, Arhel. Eles são atacados, mas finalmente chegam ao covil do vampiro. Slifer chega para ajudar, junto de seu pai e Toril (ambos em forma de dragão). Sundar confunde Toril com um inimigo e joga uma magia nele, que não o afeta. Sundar junta-se ao grupo. Os dragões e o mestre de Theros se incumbem de derrotar o vampiro e os outros tentam encontrar seus amigos com a esperança de vê-los vivos. Depois de uma pequena excursão pela mansão, Theros e seu grupo encontram uma sala onde seus amigos jazem mortos ao chão e um vampiro drena o monge recém integrado ao grupo. Começa a batalha. Tanto Slifer quanto Faldrin e Clio caem sob o poderio das lâminas do vampiro. Theros, Victor e Eralon fogem e vêm o final da luta entre os Dragões, Sundar e Arhel. O vampiro de destruído assim como seu lacaio. A sala de tesouros é encontrada e após esta Sundar e Theros encontram um Balor preso num círculo de invocação. Os dois magos negociam a volta de seus amigos à vida com o demônio e este aceita pela sua liberdade. Quando Theros vai buscar os corpos, Victor pede por que ele está fazendo aquilo e ao entrar na sala de Invocação vê um Solar. Theros se vê confortado pela magia de Sundar. Victor sai da sala e o Balor usa de sua energia negra para trazer os aventureiros à vida. O demônio é libertado e enviado de volta ao lugar de onde veio.

Rumo ao Continente Gelado

Com as informações conseguidas por Theros, os aventureiros começam a preparar-se para ir à Crionashtur, o Continente Gelado. Todos preparam-se para o frio intenso da região. Com presentes ou roupas especiais compradas, os aventureiros se protegem magicamente contra o frio.
Faldrin pede ajuda a uma condessa de Crionashtur que ele salvara há um tempo atrás.
Eles partem.
A viagem prossegue sem problemas e todos ficam surpresos com uma não conhecida: a neve. Brincadeiras se prosseguem até o vilarejo mais próximo. O circo estava lá, mas os truques de pirofagia não impressionam os aventureiros. Eles vão a uma taverna.
Logo na entrada, eles têm suas armas e armaduras retiradas e percebem que o interior da estalagem é aquecido por uma espécie de máquina que queima oléo. Slifer não entra.
No interior da taverna, eles encontram Enyus e Arcrest. O vilão sai após um breve diálogo. Arcrest, desarmado, dá de cara com Slifer, mas nada ocorre além de uma pequena conversa. Enyus diz que Arcrest controla um exército e pedem para os aventureiros se apressarem para a Torre do Gelo Eterno. Um guia é oferecido pelo Errante, um Anão do Gelo.
Enyus dá sua Espada ao Grupo para impressionar o Guardião.
Eles vão para o Deserto da Batalha e vêm guerras de um passado distante.
Logo eles chegam a um jardim de Rosas Negras, que utilizarão para impressionar Finúriel.
Na saída eles enfrentam um Verme do Gelo que, ao morrer, explode em pedaços pontiagudos de gelo que fazem alguns do gripo caírem. Eles são rescussitados por Victor.
Finalmente eles adentram a Torre do Gelo Eterno…

A Torrre do Gelo Eterno

… Lá, eles encontram um círculo de Teletransporte no chão. Rapidamente, eles se dirigem ao segundo andar e caem em uma armafilha de raios.
No terceiro andar eles encontram o Primeiro Guardião, a elfa azul Finúriel. Com o auxílio das rosas negras, eles passam sem dificuldades pela elfa.
Logo eles se deparam com uma criatura estranha, um Espírito que diz poder ajudá-los se responderem a sua pergunta. Eles respondem e recebem um enigma. Na próxima sala, a revelação, o enigma era para impedir muitos danos para uma armadilha.
Logo eles encontram Nórh, o Segundo Guardião e lhe mostram a espada e Enyus, garantindo passagem livre. Uma segunda pergunta e outra armadilha sucedem e logo eles encontram uma biblioteca.
Lá estava Ycarus, o Terceiro Guardião. Ele lhe mostram pólvora, mas não surte efeito a estratégia. Slifer se prontifica a lutar com o Ogro em um duelo sem magia que o prejudicasse. O Ogro vence, mas mesmo assim, pela coragem do Sanguinário, eles prosseguem para o último andar.
Lá, Arcrest os esperava. Nada é dito e uma batalha se sucede. Arcrest é facilmente derrotado, mas logo aparecem mais três cópias. Theros tenta atravessar a sala para alcançar o artefato procurado. Ele é congelado. Os Arcrests são derrotados e logo percebe-se que eles eram meras cópias do verdadeiro que não estava ali.
Theros é salvo.
Slifer, novamente se prontifica a arriscar-se e consegue a espada. Mas era só vidro. Slifer volta a arriscar-se e agora consegue o tão poderoso artefato: Lainen, a Matadora de Sombras.

Exército Negro

Fora da Torre do Gelo Eterno, os aventureiros vêm ao longe, na escuridão, um amontoado de sombras que logo se revela como um exército, o exército de Archond. Os aventureiros começam a andar para o lado oposto. Depois de algum tempo uma criatura terrível os encontra, ela tinha asas, garras e chifres. Ela pára defronte os aventureiros…
Era Enyus que pede voluntários para destruir alguns montros gigantes. Slifer se prontifica e eles partem voando. Sob a liderança de Enyus, Slifer defronta com mortos-vivos colossais que Enyus diz serem Guardiões do deserto de Sarrak. Afinal, os gigantes são derrotados. O resto do grupo alcança Slifer.
Quando as esperanças começam a se esvair, das névoas dos domínios do mar surge um navio de velas vermelhas, o pai de Hemmet que seguiu o exército do povo sombrio até ali. Os aventureiros adentram a embarcação e são chamados para destruir as embarcações do povo sombrio. Sem muita escolha, eles aceitam o trabalho.
Começa o ataque. Um Dragão Vermelho tocado pelo Inferno os atacam e são facilmente rechaçados. Finalmente surge, como se havia de esperar, Arcrest. Começa a real batalha.
Infelizmente, para os aventureiros, Arcrest trouxe consigo seu esquadrão de elite, incluindo um Algoz, um mago e um assassino. Um a um, a maioria dos aventureiros sucumbe diante o poder dos servos de Asnüminë, dentre eles Victor, Laius e Theros. Slifer, cego, quase perde a posse de Lainen não fosse pela interferência de Enyus. (interferência esta que teria um grande custo a ser pago pelo errante).
Os mortos são trazidos de volta a vida e a maioria dos navios de Arcrest são afundados.
Finalmente, eles decidem voltar para Hyralfen para realizar seus treinamentos e objetivos pessoais…

Porta da frente huh? Maldito Plano Astral! (Theros)

Aparentemente as criaturas do Plano Astral gostam de enganar magos proficientes em Adivinhação. Qual a melhor maneira de invadir o castelo de um necromante? Porta da frente.

Como se não bastassem as hostes demoníacas, eu nem tive tempo de pesquisar os rituais feitos com as vidas dos moradores ali. Não que eu planejasse sair sacrificando camponeses aleatórios, mas um mago bem informado é um mago vitorioso. E meu estúpido alarme de armadilhas Abu nem conseguiu achar o Símbolo que protegia a porta do castelo. Macaco estúpido.

Mas na falta de macacos, usemos paladinos! Que recepção esperava ele e todos nós, vários demônios, um clérigo resmungando rituais, um pilar de energia negativa, e um Lich. E não, ele não queria trocar grimórios. Ritual versus ritual, a vestal atrasou-se mas serviu seu propósito, fechando o portal para o inferno logo depois de uma acrobática ação do estudioso presente. Sorte do paladino Cristopher, que quase foi conhecer de perto o Abismo.

Lições retiradas da batalha: Bodaks matam até quando estão totalemente mortos, Lichs constumam subestimar inimigos humanos, e na dúvida, decepe a cabeça do clérigo. Evehk se mostrou muito útil, talvez esteja na hora de eu aprender um meio mais direto e confiável de convocá-lo. No fim, ao menos o Lich possuía um belo aparato de adivinhação. Aposto meu grimório que essa bola de cristal está amaldiçoada, mas se não estiver, será uma boa adição ao meu equipamento arcano.

Ah sim, acho que consigo por em prática minha mais nova teoria metamágica agora, com ouro suficiente pra adquirir algumas varinhas ou o que o valha. Se funcionar, será bem mais difícil para quaisquer inimigos me atacar diretamente. Como se já não fosse difícil o suficiente.

*uma runa dourada brilhante marca o pergaminho ao lado do nome do autor*
Theros Glannath

Quatro barcos com uma adaga (Theros)

Alguns dias atrás, acordei com a sensação que devia 50000 moedas de ouro a alguém. A ampulheta encantada no meu bolso confirmava a lembrança. Naquele momento imaginei ter atraído a atenção de algum arcanista mais poderoso que eu, já que nenhuma de minhas adivinhações respondeu sobre a tal ampulheta. Decidi que seria melhor pagar, afinal tenho mais no que pensar do que em me livrar de mais um inimigo.

Meu primeiro pensamento foi explodir algum templo aleatório de algum deus maligno por aí e vender os pedaços, mas isso poderia demorar muito. Então, dados os meus contatos e a absoluta falta de disciplina mental de alguns deles, uma simples Vidência e um Teleporte logo depois me levam a um arquipélago, onde o confuso Hemmet não esperava por mim. Depois de arrastá-lo até seu pai Haakon, um pirata um tanto famoso, descobri que ele teria que capturar um navio. Ora, por que não matar dois dragões com um feitiço e tomar um navio pirata qualquer? Ele certamente teria 50000 moedas sobrando. Um pirata otário dominado depois e eu tinha um bom alvo.
Quatro barcos com uma adaga (cont)
Hora de provar que mesmo sem qualquer equipamento, um mago é um mago. Infiltramos o barco através de teleportação bem colocada, e algumas pessoas dominadas depois, pudemos causar uma distração e atacar o capitão. Como todo bom pirata, ele tentou nos surpreender com um Rakshasa e algum tipo de movimento rápido. A única surpresa foi a espada de Evehk cortando o Rakshasa em pedacinhos pequenos, e a adaga de Hemmet na garganta do capitão. Uma ilusão depois, e Hemmet era o novo capitão. Francamente, minha coruja é mais inteligente que esses piratas, e ela nem sabe a solução da Primeira Equação Metamágica de Tsnern.

Enquanto eu juntava minha dívida de um lado, imaginando como deveria pagá-la, uma voz ressoou em minha mente. Eu nunca temi a morte, principalmente após enfrentá-la mais de uma vez. Mas essa voz, parecia que o que me esperava seria muito pior do que morrer. Enquanto as peças de ouro sumiam, eu pensei em investigar. Mas pela primeira vez na minha vida, eu não quis saber sobre o que estava por trás de algo. Acho que fiz a escolha certa.

*uma runa dourada marca o espaço acima do nome do autor*
Theros Glannath

O que aconteceu? (Eralon)

Depois que uma vestal chamou o nosso grupo pra ir da conta de um mago em um castelo, fomos eu, Theros, e Victor, onde a avestal nos levou ate um castelo voador(não me pergunte aonde fique, pois eu não faço a mínima idéia) lá os algumas pessoas com armaduras que pareciam pesadas, nos deram recursos que precisávamos, e um Paladino, se eu não estiver enganado chamado Cristopher, se uniu ao nosso grupo ate o castelo do mago.

Chegamos lá, mas depois de enfrentar alguns(ou melhor, vários) demônios, chegamos em uma sala, bem grande, onde se eu não estiver enganado, havia um clerigo conjurando alguma coisa no fundo da sala e um algum morto-vivo, que eu suponho que fosse um lich.

A avestal foi na nossa frente, e começou a fazer alguma coisas, quando mandou segurarmos os monstros da sala, bem, depois disso não me lembro de muitas coisas, já que desmaiei após um ataque de um demônio.

Depois disso, só me lembro de estar dentro do castelo, com um troll me segurando, depois que eu me soltei, percebi que era Theros, e em volta, eu percebi que haviam um monte de anjos, no castelo.Bem, me contaram que Theros foi que me salvou, e salvou Victor também, mesmo não gostando daquele cara tendo me salvado, tenho que dizer, que eu devo uma a ele.

*Um desenho de cabeça de dragão marca ao lado o nome do autor.
Eralon

Enyus?

Enyus? (Eralon)

Bem, depois de ter uma bela conversa com Theros, e seu irmão(um cara muito legal por acaso), e conhecer algumas coisas que nunca tinha visto(paredes que se da pra passar?).Percebi que esperar aquele maguinho do Theros acabar seu treinamento, e num lugar tão chato, e cheios de livros como a Torre de Ermaras, resolvi ir a capital, já que havia ouvido falar que lá que acontece as grandes coisas.

Como sabia, que meu amigo, Victor estava na capital, resolvi ir visita-lo no templo de Tulli, onde ele estava conversando com algumas pessoas, e mesmo assim não evitei de chama-lo para sair comigo, em uma hospedagem que já havíamos ficado à algum tempo.Bem, depois desse dia, percebi que há coisas muitos malvadas no mundo, quando estávamos chegando na estalagem, começamos a nos sentir maus, quando entramos, percebemos que não éramos os únicos, e aquela sensação continuava, notávamos que o taverneiro, não estava agindo de costume, principalmente por derrubar cerveja fora do copo(nunca ele faria isso), o bardo(embora eu nunca tenha tido experiências boas com bardos, eles tocam muito mal), mas esse estava tocando algo deprimente, foi quando eu vi, na mesa um cara, aquele cara, que deveria estar emanando toda essa sensação, pois não havia ninguém em nenhuma mesa em volta dele.
Quando sentamos em uma mesa, Victor percebeu, que aquele era Enyus, nunca pensei que veria aquele sujeito, do jeito que estava vendo, Victor, por algum motivo quis se aproximar dele, então, nós fomos, depois de algumas ameaças, percebemos que ele havia mudado, e muito, quando ele saiu da estalagem, percebemos que o lugar havia ficado mais alegre, mas não ficamos muito tempo, Victor quis ir para o templo onde avisou alguma avestal que estava presente.

Resolvemos partir para um vilarejo, onde morava a menina que havia parado Enyus da ultima vez que ele tinha ficado daquele jeito(ou no mínimo foi o que o clérigo me contou), chamamos o Paladino Cristopher, e um guia…Depois de duas semanas cavalgando, chegamos a tal vilarejo, mas, talvez fosse tarde.

O vilarejo estava destruído, depois de muito procurar, eu encontrei em um milharal, um tumulo, um homem apareceu, e nos contou o que aconteceu, disse que quem matou a garota, foi um assassino que deixava uma pétala no corpo que havia matado.Um método interessante, pensei eu, pois eu estava ouvindo, que não conseguiram trazer a garota da volta.

Uma viagem não muito útil, então resolvemos voltar, depois de 2 semanas,quando chegamos na capital, fomos ao templo de Tulli, e quando estávamos dentro, percebemos que estavam fechando os portões no templo, pois havia algo fora. Fomos ver o que havia do lado de fora, e lá estava um rastro de destruição, algo realmente terrível, eu, e Victor percebemos, que deveria ser Enyus, então, fomos atrás dele(embora eu realmente não saiba o porque, só ouvia o clérigo resmungando que estava devendo uma para Enyus, por ter salvado a sua vida).
Chegando, começamos a ouvir gritos, na direção do rastro de destruição, e fomos lá ver, onde encontramos Enyus, em uma forma estranha, parecia um demônio, e algo realmente poderoso. Infelizmente o paladino não teve muito sorte, e foi mandado para longe em um só golpe de Enyus, onde só sobrava, eu e o clérigo, depois de falhar tentar ativar o meu vôo, percebi que seria algo difícil, mas que teria de enfrentar.

Foi então, que Enyus agarrou Victor, e a mim, vendo que meu fim estava próximo, quando, um monte de fogo aparece na nossa frente, foi quando eu vejo, um dragão colossal vermelho, uma das feras mais bonita que eu já vi, e começar a enfrentar Enyus, o clérigo, e eu, estávamos a salvos agora, o clérigo então, nos levou para longe em sua forma de batalha, quando estávamos muito longe de Enyus, eu percebi que aquele dragão estava voltando, e se incorporou a mim.
Percebi que talvez fosse meu espírito protetor, que nem o guerreiro, que Theros possui, bem, agora eu resolvi, ir treinar a liberação desse meu dragão(e pretendo aprender mais sobre ele), e felizmente depois de tantos tempos treinando, consegui finalmente fazer o meu primeiro teletransporte.

*Um desenho de cabeça de dragão marca ao lado o nome do autor.
Eralon Flari

Ilhas são legais-Em busca de ação (Hemmet)

Depois de meses viajando pro tal arquipélago (nada de interessante sobre isso), finalmente chegamos a uma ilha, até certo ponto simpática, onde meu pai fora consertar o navio, depois que aquele sombra fedido nos atacou.
Nada, nada de interessante na vila em si, tirando o armador que se dizia ser um dos melhores do mundo.O legal mesmo era o templo da água, onde me receberam até bem, talvez porque eu seja um devoto do Grande Mar, ou talvez não?
Támbem ouvi falar sobre a torre de um mago ai.Vou lá pra bater um papo e talvez arranjar um amigo(ou inimigo).
Ah , mas o melhor eu ainda não disse, consegui um navio! Finalmente! Não é grande coisa, mas já é um começo principalmente pra alguem que vai ser o maior pirata do mundo!
Bom, isso eu consegui graças a idéia maluca da tal iniciação de pirata do meu pai e ao Theros, um daqueles seres malignos que aprendem aquelas coisas malditas de magia, (eu sei que eles ainda vão dominar o mundo, sim eu sei)
Fui lá sem um itensinho sequer, só a minha adaga, mas deu pro gasto, e tirando a parte de eu quase morrer, a missão foi um sucesso!

-Ow taverneiro! Manda mais uma garrafa aqui que minha sede ainda não passou XD!

A Verdade sobre Garnet e Enyus

Bem acho que vocês podem saber o que aconteceu realmente que causou a "morte" de Enyus. Não se enganem, seus personagens não sabem de nada disso e, por isso, sem meta.

Quando vocês encontraram Enyus e Arcrest naquela estalagem no continente gelado, o Errane estava tentando convencer o vilão a deixa vocês em paz:

Enyus:"- O que você ganha com a morte deles, Arcrest? Deixe-os em paz."

Arcrest:"- Não me importo com a vida nem com a morte deles, mas eles entram sempre no meu caminho. Aliás, eles estão lá fora agora…eles são fracos, o clérigo não consegue nem esconder sua aura que pode ser sentida de quilômetros de distância. Eles não são problema para mim, mas se continuar nesse ritmo eu terei que eliminá-los antes do que eu esperava. Eles já chegaram longe demais e estão virando uma pedra no meu sapato."

Enyus:"-Como você mesmo disse, eles não equiparam você em poder, você não precisa matá-los."

Arcrest:"-Boa tentativa, mas não sou tolo o suficiente para subestimar meus inimigos. Eles são, sim, fracos e desorganizados, mas não posso correr o risco de isso mudar. Minha única alternativa é matá-los e enviar suas almas para um lugar de onde eles não poderão voltar…"

Enyus: "-NÃO FAÇA ISSO! Ou eu terei de interferir. Não perimitirei que você os mate. Eles lutam por uma causa justa! Eu sou mais poderoso que você e…"

Arcrest: "-CHEGA DE BESTEIRAS, ERRANTE! Sei muito bem do seu poder, mas também sei de sua fraqueza e ela está localizada no reino branco, numa vila insignificante…

Os aventureiros entram na taverna.

Enyus:"- Não faça isso Arcrest. Deixe-os em paz!"

Arcrest:"-Não posso atender ao seu pedido e, se você interferir, sabe o que vai acontecer…"

Arcrest levanta-se da mesa e vai embora.

Assassinato

Fato é que Enyus arriscou e interferiu na batalha que teria culminado na morte e na maldição dos personagens e Arcrest não ficou com Lainen. Mas isso teve um preço… muito caro para o Errante.
Depois de consertar os barcos, Arcrest voltou para Tenebra e começou os primeiros passos de sua promessa a Enyus. Ela tinha que morrer, ele tinha que pagar…
Depois de uma breve conversa com Asnüminë, Arcrest descobriu o paradeiro de um dos melhores, se não o melhor, assassino de Faralchar: Alexis Isstra, também conhecida como a Pétala.
O alvo não era o preferido da assassina, mas sendo esse um favor a Senhora das Sombras e tendo em vista o 1 milhão de POs adiantados (metade do pagamento), ela aceitou o trabalho.
Ela foi até a aldeia indicada pelo clérigo sombrio e realizou seu trabalho, facilmente.
Não sabia ela, porém que um pequeno exército vinha atrás dele e arrasou com a vila. Para ela não importava, já que a recompensa cobria qualquer curiosidade. Mas da turba sombria, só Isstra sobreviveu. Fato que naquela vila morava alguém também poderoso, chamado Arthur Larus, o antigo mestre de Enyus. Mas Alexis sabia pouco sobre essa provável próxima vítima e decidiu sair da vila só deixando para trás a sua marca, uma rosa no peito inerte de Garnet.
Quando Enyus ficou sabendo do ocorrido, foi direto para o local e ainda chegou a tempo de participar do enterro de sua amada, do qual só participara ele e Arthur (que era pai de Garnet). O Errante enlouqueceu. Após selarem o túmulo, ele saiu imediatamente e vagou sem direção com a mente perturbada e com um sentimento que a tempos não o assolava. Ele sentiu ódio novamente. Ele sabia que esse sentimentoo consumiria até que a terrível criatura que já vivera em sua alma despertasse e voltasse a controlá-lo. Mas nada mais importava, só a vingança, ele queria matar todos que invadiram a aldeia e, de fato, ele perseguiu e matou aqueles que fugiram da lâmina de Arthur…
Insanidade
Mas Enyus não encontrou quem ele mais queria matar, aquele que deixou a Pétala sobre o peito maculado por sangue e veneno de Garnet. Ele, então, sucumbiu a Ira e a Insanidade como uma vez já havia ocorrido, há muito tempo. Iasmïne, sua companheira de estrada, não pôde detê-lo. Era o momento que Ele estava esperando.
A alma de Ars (um Avatar) esperou por muitos anos por essa chance e não podia desperdiçá-la. Com todo o seu terrível poder, destruiu de vez a alma insana do Errante e reassumiu o controle daquele corpo que já o pertencera no passado. Dessa vez, sem interferências, sem Tullï para ajudar Enyus. E Ars voltou ao mundo material.
Esse acontecimento condenou a vida de muitas pessoas, ja que o avatar não quis nem saber de reunir um exército (Apesar de Ars ter tentado fazê-lo para seu avatar, mas seus planos foram destruídos por um grupo de aventureiros que envolviam 2 Paladinos de Hartol, 1 Vestal de Tullï, 1 Clérigo de Tullï, 1 Mago e 1 Feiticeiro) e começou seu rastro de destruição.
Victor e Eralon o encontraram em Fardon, a capital do Reino Branco, e quase entraram em confronto direto com o Monstro, mas foram salvos pelo Espírito de Eralon.
Arcrest, que queria só a vingança sobre o Errante, matou dois coelhos com uma cajadada só e, quem sabe, até adquiriu um aliado em potencial…

O que será agora dos aventureiros sem seu mais poderoso aliado direto???

Enyus maligno? (Victor)

Eu treinava novamente, agora na Capital, após uma aventura que custara a mim e, principalmente, à vestal minha mestra, muito esforço. E, além disso, tinha muito o que me aprimorar nas linhas do éter e da própria conjuração divina.
Depois de muitas semanas de treinamento, Eralon aparece no templo, com alguma magia de teletransporte. Disse que não tinha muito o que fazer lá na Torre de Hermaras, que Theros enchia muito o saco com livros e tudo o mais. Como eu não tinha mais muito o que fazer, e já estava meio esgotado de tanto treinar, resolvemos fazer alguma coisa pela cidade, e fomos para uma taverna que tínhamos ficado há um bom tempo atrás, qndo tentamos a sorte em Tenebra (e não fomos tão sortudos…).
Qndo chegamos, aliás, antes mesmo de chegarmos, uma aura extremamente maligna impregnou minha mente. Percebi que Eralon também estava inquieto, e que todos ao redor na estalagem também não parecia normais - o bardo não tocava direito, o taverneiro derrubava pedidos (coisa que nunca aconteceria), e etc. A fonte de onde emanava toda essa energia maligna teria que ser extramente poderosa para ter todo esse efeito - e era.
Quando entramos, encontramos Enyus sentado em uma das mesas do bar, isolado. Sentamos a uma certa distância, mas era nítido que algo estava muito errado, e resovli que falaria com ele. Eralon também foi.
Ao falar com ele, notei que estava dominado. Não se tratava mais do mesmo Enyus que conheci há tempos. Nem ao menos me reconhecia. Disse-me que Enyus agora estava morto, e que finalemente ele tinha conseguido vencê-lo. Seja o que fosse, estava fora de nosso alcance no momento (lembrei-me que, da última vez, quem o salvou foi Tullï em pessoa). Mas, pelos débitos que tenho a ele, desde ensinamento de Genasi até algumas vezes que salvou minha vida, decidi que investigaria o que estava acontecendo. Talvez, apesar de as chances serem remotas, eu pudesse ajudá-lo.
Reportei o ocorrido à sacerdotisa-mestra. Ela é sábia, e tem os melhores conselhos. Aconselhou-me a tentar, e fui - Eralon e Cristopher também.
Resolvi ir até a vila onde recebi meus ensinamentos de Genasi, e onde morava Garnet. Se havia algum lugar que causaria uma mudança desse tipo, alguma pessoa, esse lugar era a vila, e essa pessoa, a própria Garnet. Resolvi ir a cavalo por precaução: não conheço direito, aliás, não conheço absolutamente nada de magias de teletransporte, nem sei exatamente a localização da vila - daí a cair no mar ou sei lá eu aonde, dois passos. Chegamos em duas semanas.
Tudo estava arrrasado. Casas destruídas, corpos, sangue. Revistamos o local e não encontramos nada. Entramos na casa de Garnet - nada. Foi qndo avistamos um túmulo, sem lápide, e tentei procurar algum tipo de inscrição. Foi quando apareceu o pai de Garnet.
Num primeiro momento, achou que blasfemávamos o túmulo; logo depois, reconheceu-me. Contou todo o ocorrido, dizendo que um assassino havia passado por lá, matado Garnet e a todo vilarejo. Ficara vivo, mas não pudera ajudar em muito os outros. Disse que o estado de Enyus é fruto do ódio que se apoderou de seu ser após a morte contratada de Garnet, e nos aconselhou a não nos aproximarmos mais dele. Chamou seu Pégasus e foi até a capital, ver o que podia fazer.
A viagem não havia sido muito útil, mas havia-nos revalado a dimensão do problema. E, ainda, colocado certa culpa em nossos ombros, já que obviamente por trás disso estava Arcrest, que já havia avisado Enyus de que o faria se insistisse em nos ajudar. Mas, dessa vez, não havia nada que pudesse lhe fazer voltar ao normal; parecia que Enyus havia mudado irreversivelmente. Mesmo assim voltamos; ainda estava em débito com ele, ainda mais com tais descobertas.
Logo ao chegar, recebemos a notícia de que um monstro dominava a cidade. Corremos para a direção em que os guardas eram mandados, e, conforme nos aproximávamos, víamos seus corpos sendo rasgados, arremessados contra as paredes, aos montes. Já estávamos muito perto, e talvez ainda pudéssemos fazer algo - eu guardava essa esperança no Milagre que é reservado a todos os Genasis Sancti.
Entretanto, tive todas minhas esperanças drenadas ao ver a magnitude que Enyus havia tomado. Era o mal encarnado, literalmente. Não havia escapatória, seríamos mortos. Um Milagre não seria possível, visto que ele já havia anulado magias minhas de teletransporte. Nada convergia para uma possível saída; até que ela apareceu, quando já estávamos em suas garras, e Cristopher no telhado de alguma casa ali por perto.
Eralon começou a emanar e irradiar luz, incessantemente. Seu corpo entrava em colapso. Uma forma dracônica, porém imaterial, apareceu, algo similar aos espíritos que Theros fazia referência e que não me interessei em conhecer mais. Ele tomou tamanho gigantesco, colossal, e de pronto atacou Enyus. Pela rapidez do acontecimento, Enyus acabou nos soltando, e essa foi a deixa para que eu saísse o mais rapido possível, em minha forma de batalha, para nos salvar, e buscar Cristopher também.
Se havia uma hora que eu devia arriscar realizar uma magia de teletransporte era aquela - e, felizmente, caímos em chão firme; porém, um tanto longe do destino que eu previa, a Torre de Hermaras. Caminhamos o restante do dia e chegamos. Lá ficamos sabendo que a líder da Torre havia sido enviada para controlar a situação. Relutei um pouco em sua capacidade, mas, após ouvir um pouco, retirei totalmente essa idéia de cogitação.
Mas, o que seria tal espírito que Eralon portava? Como ele se libertou? E Enyus… qual seria seu destino? Perguntas sem solução, e que, a partir daí, passaram a vagar em minha mente. Talvez ainda encontre suas respostas.

O Grande Torneio de Magia da Torre de Ermaras (Theros)

"Ou, O Grande e Muito Confuso Torneio de Magia e de Sorte Estranha da Torre de Ermaras. Como era de se esperar de um evento com concentração alta de estudiosos (ou não) do arcano, eventos misteriosos se passaram.

Primeiro evento misterioso: a absoluta falta de competência dos primeiros competidores. Francamente, se eu pusesse um espantalho no meu lugar, eles provavelmente perderiam a luta. O ensino mágico deve estar se degradando.

Segundo evento misterioso: vozes do além dando segundas chances a magos à beira da derrota? Novidade para mim! Infelizmente tive que engolir o ego e a prudência, afinal eu tinha coisas importantes a conversar com Ermaras. Solemon foi um grande adversário, espero duelar com ele novamente no futuro.

Terceiro evento misterioso: vencedores doando tal prêmio ao vice? Lárien deve rir todos os dias, quando abre o pergaminho com o meu nome. Nota mental, devo uma àquele senhor, Portlen.

E finalmente, o plano de Ermaras é um lugar muito bonito. Especialmente as bibliotecas. E as elfas também, Arcon gostaria do lugar eu acho. Rever Ermaras foi suficiente pra reparar o dano causado a meu ego. Cada palavra proferida pela Senhora da Magia era como mil feitiços, dobrando o ar com puro poder mágico. Seus conselhos serão de grande valia, tenho certeza."

*uma runa dourada brilhante marca o pergaminho ao lado do nome do autor*
Theros Glannath

No fundo do poço? (Eralon)

Depois de um treinamento, e descobrir que aquele dragao, era meu espirito guia, me encontrei com Theros na torre de Ermaras, nao entendi direito, mas ele queria ir no fundo de 1 local, procurar uma coisa no fundo do mar, e para isso ele me chamou e convocou Cristopher tambem, bem depois que conseguimos o jeito de respirarmos, fomos ate o local(e depois de negociar barcos e voces sabem o resto), nao tao oportuno, mas quando mergulhamos, nao fomos tao bem recebidos por 1 monstro gigante com 8(sim OITO), tentaculos, capturando nós 3…bem eu e o mago conseguimos fugir rapido, graças as nossas habilidades, mas o coitado daquela bola de ferro, nao foi muito longe, caiu logo cedo, entao tivermos que apelar, Varsharaak(off=acho que é assim o nome do meu dragao lol), e o Guerreiro de Theros, acabaram de resolver o problema com o monstro, e de proveito, conseguiu pegar Cristopher…
Bem, percebemos que ir sozinho naquele local nao era das melhores ideias, entao voltamos.

(Simbolos draconicos escritos no pergaminho, e com um dragao marcado no final, aonde se le "Eralon")

O que aconteceu?Mundos distantes e sem poder? (Eralon)

Bem, depois de nao muito sucesso no fundo do poço, voltamos a estaca zero, e fomos pegar Victor a se unir ao grupo(que pelo visto nao adiantou muita coisa).
Fomos em busca de um velho companheiro, que infelizmente nao foi muito do agrado de Theros nem do meu, ir na floresta procurar por Laius, que dizia ter problemas com drows(infelizmente, nao sei o que aconteceu desde entao)

Numa estalagem, Victor, Theros e Cristopher perceberam alguma coisa acontecendo, que depois que eles me contaram que eram povos sombras…Bem, os desgraçados, colocaram venenos na nossa comida, fazendo com que Theros, eu e Victor perdessemos nossos poderes permanentemente…quando voltamos a Torre de Ermaras, a senhorita que mora no topo da torre nao gostou muito quando descobriu isso, entao fomos mandados para um lugar bem estranho, cheio de cadeiras, onde encontramos a propria Ermaras, e Tulli, nunca pensei que veria nenhuma das duas, mas parece que desde o dia em que encontrei meu pais, eu tenho ficado mais importante.Tirando bobagens, elas nao conseguiram fazer nada pra ajudar, e entao, mandaram a gente para 1 lugar, cheio de portas, onde fomos guiados para outros mundo(ou foi o que nos disseram)….As pessoas falavam estranhos, mas finalmente encontramos pessoas que falam a antiga linguagem draconica, e graças a Ermaras(que nao parecia ter tanta influencia aqui), encontramos um louco qualquer, e se nao fosse por Theros, eu teria convencido aquela mula, que o paladino era um arcano que gostava de usar armadura…mas que seja, depois descobrimos que tinhamos de tocar num cristal gigante protegidos por dragoes(que alias, varsharaak nao estava mais respondendo meus comandos).

Detalhes a parte, depois de varios problemas, encontramos 1 dragao branco preso, soltamos ele, ajudamos ele a destruir todos os intrusos naquele local(menos a gente claro), tocamos o cristal, e voltamos a ter nossos poderes denovo, um detalhe que realmente eu nao poderia deixar passar, foi incrivelmente, aquele cristal me deu forças para conjurar umas das magias mais poderosas que eu ja vi, um portal que nos levou de volta a nossa querida terra de Faralchar.

Simbolos draconicos escritos no pergaminho, e com um dragao marcado no final, aonde se le "Eralon")

Marcas, paraiso e…DRAGOES (Eralon)

Numa noite, quando eu estava em meu sono profundo, Varsharaak, aparece, marcando escritas em mim, aquele maldito, podia ter marcado de jeitos menos doloridos, e mandou eu ir para a proibida "Terra de ninguem".Bem, nao recusei o pedido, no dia seguinte, acordei, passei reto por todos, nao comentei nada com o mago, para ele nao encher muito a minha paciencia, entao resolvi comprar algumas coisas que me ajudassem, bem, a viagem foi boa, uma boa e longa viagem voando ate la, bem chegou um momento em que comecei a cair, e infelizmente nao deu pra voltar, entao presumi que estava perto, caminhando ate as montanhas, onde infelizmente, tive que passar numa floresta, onde um Dragao verde nao me recebeu das melhores maneiras, mas graças as marcas do meu corpo, ele me deixou viver….depois de 1 longa caminhada, e desviar de uns magmas ambulantes, cheguei ate a cidade, no centro da montanha, lugar muito bonito, e cheio de dragoes…
Depois de pedir informaçoes, uns dos dragoes me mostrou aonde eu tinha que ir, e la estava, um ENORME, nao, talvez colossal dragao vermelho…que me instruiu e me disse que ia me treinar desde entao…
Uns dos melhores dias da minha vida, e agora Eralon, ficando cada vez mais forte.

(Escrita draconicas puxadas para escrita infernal, marcas que parecem que flamejam, estao escritas, com o mesmo simbolo de dragao, e com o nome Eralon, discipulo de chama de dragao com uma aparencia flamejante)

Padrinho, e sombras (Eralon)

Lembre-se, quem é que seja que ira ler isso, nunca fique sem nada pra fazer…isso me levou a alguns problemas, e claro, que foi a melhor coisa, conhecer meu padrinho, Narsson(Nersson, depois alguem me corrija)…

Estava eu sem nada pra fazer, quando resolvo ir visitar meus pais, que prometi desde que fui para outro mundo, que voltaria para o jantar(a uns 6 meses), depois de algumas broncas, e ter de trabalhar com eles, pedi para meu pai, que quando visse aquele homem que eu tinha visto da ultima vez aqui, que ele viesse falar comigo…nao demorou muito, ja que no outro dia, com uma entrada triunfal, ele apareceu…expliquei para ele a situaçao, de que Asnumines, estaria voltando, e ele me perguntou se eu queria ir conseguir umas informaçoes com ele, eu aceitei, e entao fomos no plano das sombras, depois de alguns problemas, e eu salvar a vida dele, voltamos, onde eu descobri que ele era meu padrinho.
Bem, falei para ele que tinha que ir treinar, e ele falou que quando precisasse, era so chamar…eu me lembrarei disso, com certeza…e entao voltei para a Terra de ninguem, onde pretendo treinar mais um pouco.

(Escrita draconicas puxadas para escrita infernal, marcas que parecem que flamejam, estao escritas, com o mesmo simbolo de dragao, e com o nome Eralon, discipulo de chama de dragao com uma aparencia flamejante)
(no meio do texto, esta desenhando o que parece uma sombra pegando fogo com 1 homem de capa rindo da cara da sombra)

Orcs, orcs e porrada (Eralon)

Bem, depois que acabei meu treinamento, voltei para torre de Ermaras, onde pedi para 1 mago localizar Nersson, e pedi que ele viesse me encontrar, e la estava ele, depois de umas conversas, um passeio onde ele venceu o Rei barbaro de um lugar ai, e me dar um manto muito melhor que o meu, encontramos Theros.
Convidamos ele para ir caçar orcs, ele aceitou e junto levamos Victor e Cristopher…quando chegamos no acampamento orc, tivemos que bolar um plano, que era se disfarçar de um deles, e conseguir informaçao…e la fui eu, transformado em orc, descobrir o que tinha que ser descoberto.Tenho que dizer, usar as maos é bem divertido, principalmente quando eu derrubei 3 orcs no soco…infelizmente pra nao estragar o plano, eu nao explodi a barraca onde eles estavam…bem localizei o Orc chefe, e depois de uma saida bem magica, pra nao apanhar, voltamos nos todos, menos Nersson ate o orc chefe…infelizmente ele praticamente destruiu o grupo todo…mas recuperamos com o tempo…e ele vai ver so o que acontece com ele da proxima vez que nos encontrarmos…
(no meio da folha, parece ter 1 desenho, de uma criatura parecida com um orc, fazendo explosoes em volta dele, e algumas pessoas caindo)

(Escrita draconicas puxadas para escrita infernal, marcas que parecem que flamejam, estao escritas, com o mesmo simbolo de dragao, e com o nome Eralon, discipulo de chama de dragao com uma aparencia flamejante)
Intrusos na Terra de ninguem
Bem, depois de mais 1 treinamento, o Dragao que estava me treinando, me pediu pra destruir uns intrusos, que haviam acabado de invadir a terra-de-ninguem…nao deve ser dificil, eu pensei…ate que o dragao falou, que eram 2 caçadores de dragoes, e 1 anti-Eralon…e realmente percebi isso, quando na floresta, eu encontrei os 3, onde o anti-Eralon, desviava das minhas magias, e me deixava mais fraco.

Varsharaak, se divertiu bastante, destruindo esse anti-Eralon, enquanto eu desintegrava um caçador de dragao…eu pensei que o dragao verde havia pego o 2ºcaçador, mas depois que ele me ajudou, ele tacou o corpo perto de mim, e falou que ele tinha ficado invisivel…detalhes, ja que ele conseguiu cuidar desse caçador sozinho, nao tinha do que reclamar…

(Escrita draconicas puxadas para escrita infernal, marcas que parecem que flamejam, estao escritas, com o mesmo simbolo de dragao, e com o nome Eralon, discipulo de chama de dragao com uma aparencia flamejante)
(embaixo disso, mostra uma conta: 2+1=3; 3 versus Eralon=0 )

Slifer

Slifer deceu (foi teleportado) no porto em uma cidade proxima a vastardel, e imediatamente começou sua busca para enviar a espada para a terra de ninguem.
Ao caminhar encontrou-se com seu pai e juntos foram ao encontro do ancião, enquanto voavam seu pai sentiu fortes dores e deixou slifer cair (alguns d6 de danos coisa sample quase morte instantanea) e logo se dirigiu mais rapidamente ao covil maligno do anciao.
no caminho enquanto slifer subia a montanha com seu dentes (lol lembrar de comprar kit de escalada) uma figura misteriosa apareceu correndo e de tanto medo de slifer fugiu sem deixar rastros (lol ate parece). ao chegar descobriu q o maniaco em fuga havia atacado o anciao e causado um leve dano superficial (que demorou uma pa de dia pra regenerar). O pai de slifer saiu a procura deste e slifer subiu mais a montanha na dentada (fazer o que) para caçar grifos coisa patetica e sample.
apos varios dias seu pai retornou sem sucesso de sua busca, e slifer lhe explicou seu plano de sobrevoar a terra de ninguem e cair de cabeça bem no centro. obviamente a ideia foi rejeitada e entao seu pai que tinha passe livre pela regiao levou a espada embora.
slifer ficou aprendendo com o anciao ate avistar uma turba maligna se aproximando da aldeia mais proxima e resolveu investigar…
chegando a aldeia slifer usou todo seu ´poder Diplomatico (intimidação) para fazer que os camponeses samples evacuassem o local .
E sozinho foi verificar o que estava acontecendo, chegando la viu q era uma turba de sanguinarios psicopatas e eles logo reconheceram Slifer, e explicaram q tinha descoberto a farça do maldito feiticeiro e agora estavam sob o comando de Slifer.
entao Slifer comecou a pensar em usa-los contra o imperador logo convenceu os aldeões a liberarem suplimentos para seu pequeno exercito (intimidação), e fora bem sucedido.
agora faltava forjadores e entao deveria arruma-los, mais tarde naquela noite Slifer observou uma pessoa que dizia ser o antigo rei e que queria ajuda-lo, slifer bateu nele e … (to be continued)

Varkast? (Eralon)

Depois de mais um treinamento, meu tutor dragao disse, que ja estava na hora de ir conhecer Arkan.Bem, depois de uma longa, bem longa viagem nas costas de um dragao, chegamos em uma montanha muito grande, ou fui apresentando a um dragao realmente muito, muito, muito grande, fiquei bem assustado, meu tutor era bem menor que ele, e eu…é, isso nao importa.Ele pediu pra eu soltar Varshaarak, e logo percebi que ele estava mais tempo do que deveria, quando descobri que la, o poder deles sao maiores, e podem ficar soltos por mais tempos.

Varshaarak, me levou em sua antiga casa(toca pra ser mais exato), la eu vi milhoes de peças de ouros, muito dinheiro mesmo, so que ele nao deixou eu pegar, e me ensinou como tirar o mal halito de manha(infelizmente, onde eu vivo nao tem lugares tao abertos pra eu fazer isso…)
Ele me apresentou Varkast, ou pelo menos, o seu corpo, um dragao de platina, realmente grande, parecia ser uma montanha.E acrescentando, Varsh, me levou ate um lugar realmente interessante, ele voou, ate um lugar, totalmente preto, onde haviam duas bolas bem grandes, uma flamejante e outra gelida, no momento em que caiu uma coisa da esfera de gelo, resolvemos ir embora, ja que ele estava ficando cansado.

De noite, fomos ate a festa que ia ter la, muitos dragoes, meio-dragoes, humanos com espiritos, alem do irmao de Arkan, Surth, um dragao dourado tao grande quanto o proprio Arkan.
Mas algo que me deixou realmente perturbado, foi uma coisa que eu acrescentei na minha lista de coisas interessantes que eu ja vi: Dragoes dançando, realmente nao esperava ver isso.

É, depois de uma noite cheia de festa, bebida pra caramba, e outras coisas, fui convocado, para uma reuniao, no tema :"A volta de Asnumine", bem, depois de explicar quase tudo para eles, eles irao pensar se iram nos ajudar nessa guerra.

Um tempo depois, falaram que estava na hora de descobrir se eu estava apto a ser uma "Chama de dragao", que o objetivo, era tocar o corpo de Varkast(que por acaso, tinha 1 barreira em volta dele), 3 primeiros participantes, simplesmente desintegraram, bem, eu fui com toda confiança(ou nem tanta), quando fiquei com o corpo coberto pela barreira, Varkast me fez umas perguntas, e me deixou tocar seu corpo…recebi um amuleto em forma de dragao de platina, muito bonito por acaso.
Quando estavamos saindo, vimos o ceu preto, onde dava pra observa um exercito, e Arcrest nele, Varsh e eu, fomos ate la, onde ele pegou 1 dragao de sombra, depois de uma luta firme e forte, Arcrest acertou Varsh, que caiu, com as minhas ultimas forças, cheguei na cara do Arcrest e mostrei pra ele, como é o sopro de um dragao…depois disso, so lembro de acordar do lado do corpo de Varkast, onde ele me fala "Bem, voce passou", e quando eu toquei ele de verdade dessa vez, alem do amuleto, minhas marcas de que antes eram flamejantes, ficaram com uma cor de platina.
Bem, depois dessa brincadeirinha do Varkast, resolvi voltar para a minha caverninha.

(Marcas agora em platina, com uns toques flamejantes, esta escrito "Eralon, chama de dragao. e com um desenho no meio do pergaminho, de um lugar totalmente preto, dando pra ver so um tipo de dragao com alguem nas costas, e 2 esferas, uma flamejante e outra gelida)
Tinha esquecido!
Saindo da montanha onde encontrei Arkan, me aparece um dragao(dragoa pra ser mais exato), ela falou que eu tinha matado o filho dela…nao me lembrei ate ela comentar que eu matei ele em Tenebra
Bem, ela me pediu para 1 luta de verdade contra dragoes, certo, nao reclamei, ate ir do lado de fora, onde Varsh nao fica do meu lado sempre, quando desce 3 dragoes brancos, bah, ilusoes. Chamei o Varsh pra resolver, onde ele ficou mais como escudo, enquanto com 1 unico sopro meu, ela ja saiu fugindo, sorte que minha mira tem um alcance grande, o suficiente pra eu matar ela no ceu, e o melhor, dinheiro pra caramba, ja que quem ganha, fica com a riqueza do dragao que ele matou.

(Escrita em draconico, em letras na cor de platina: "Eralon, Matador de dragoes brancos)

Vida de Drow deve ser uma droga (Theros)

"Dormir de dia, viver pelo dinheiro e ainda morar embaixo de uma cidade de elfos esnobes. Além disso, quando você acha que ganhou um posto bom como campeão drow maligno, tem que vir um bando de aventureiros da superfície e cortar você no meio?

A visita à cidade drow foi um belo semi-fracasso. Custou uma fortuna, os drows são um bando de mercenários patéticos, e ainda tivemos que lutar contra vários deles na saída. Sorte (ou não) que o tal Oráculo não é exatamente muito racional, e foi possível sair apenas com um armistício assinado.

Descobertas do dia: precisamos arrumar um bando de Genasi pra que eles se unam e formem o tal Genasi Uni, que poderia realizar o ritual e prender o pretume, digo, Asnumine. Temos um já, só faltam uns quatro. Ótimo. Esse um deve me achar o demônio agora, depois das negociações ligeiramente tensas feitas com o Oráculo. Espero que ele não conte a Arken, paladinos podem ficar irritados com essas coisas.

Nota mental: depois de resolver todo esse problema, remover o tal Oráculo de sua posição atual. O dia que ele acordar nervoso vai culminar em guerra civil por aqueles lados, e o mundo já tem problemas demais."

*uma runa dourada brilhante marca o pergaminho ao lado do nome do autor*
Theros Glannath

Hey ho, e uma garrafa de.. poção? (Hemmet)

[…] Foi o que eu disse, o mago lá era completamente caduco, sim, sim. Ele simplesmente esquece da casa, dos empregados, e fica no laboratoria tentando fazer uma poção que sabe-se-lá faz… Pior foi a estranha quantidade de monstros na sua "dispensa"… Quê? Sério! Tinha tudo quanto é tipo de bicho lá coisa de louco.
Hehe, mas pelo menos consegui uma coisinhas… hehehe
Ninguem mandou ficar doido e esquecer grimórios por ai!

Então, foi dái que eu tinha um barco, mas nao tinha gente pra trabalhar. Sorte a minha que um tal mago Gyruss, q tinha uns planos estranhos e tava entediado aceitou ajudar..
Sim, aquele da capital, comprei uns itens com ele e disse do navio, espero que ele não fique dominando os outros como aquele Theros pilantra.*olha pros lados pra ver se não tem nada magico ouvindo*

Depois foi um muleque do templo de Tarn, la na capital tambem. é meio desastrado mas parece ter boas intenções, então que vá tambem

…Oras nem sabe como eu consegui os "marinheiros' lá" , simplesmente incrivel" Gyruss fez golens, sim temos golens no navio…não eles não afundam ¬¬, sim eles trabalham direito, e o melhor, não cobram a divisão do tesouro! Além de reforçar o barco , agora so falta eu conseguir mais daquele pózinho preto dos sombras, dái a coisa vai ficar interessante. =P

-Ei taverneiro! Ei! Mais rum aqui!

O Preço de uma Promessa (Victor)

As transformações na vida de Victor após aquela sugestão foram intensas. Nunca pudera imaginar, durante toda sua existência, que poderia exercer de outra maneira toda a devoção que tem à sua deusa… e, quando finalmente a encontra, parece que todos conspiram contra sua existência. Ele tem a certeza absoluta que sua fé está intocada… afinal, foi um conselho de sua própria divindade, correto? E além disso, ele era um escohlido… não, não havia uma razão explicável para tamanho descaso…

Kirus acordou naquela manhã dizendo que deixaria o templo (uma semana, aproximadamente, depois de que Victor voltou do plano de Tullï), e estava decidido a fazê-lo. Parecia que planejava isso há alguns dias, pois já tinha suas poucas coisas arrumadas e, apesar do olhar desapontado, demonstra convicção em sua decisão. "Mas o que acontecia, afinal?" - Victor não conseguia compreender o porquê do tratamento desigual que vinha sofrendo a alguns dias… ainda mais de uma pessoa pela qual tinha muita consideração, Kirus. "Você não é mais o mesmo Victor. Olhe, está embainhando uma espada… Você não tem idéia do significado disso." Por mais que tentasse, não conseguia arranjar argumentos para combater tal imposição. Mantinha sua fé inabalada, e isso era o importante. Mas agora por que ele iria embora?

"Eu vou com você. Não sei para onde você vai, mas não irá sozinho. Somos amigos, correto?" - Victor impôs a Kirus, quando este já saia. Recebeu em troca um inaudível "certo…". "Para onde você vai, afinal?", nesse ponto, Victor já ia arrastando as coisas. "Para um lugar bem longe daqui". Victor o seguiu. Saíram da cidade, rumaram para uma direção que não pôde notar. Andaram por horas… o dia inteiro passava… e mais nenhuma palavra foi proferida.
- Victor, ouça. Você corre perigo. – Kirus, repentinamente, setenciou.
- Como?
- Sim, você corre muito perigo… acho que você reconhece esse vilarejo, certo?

Encontravam-se na entrada de uma pequena vila. Victor remoeu um pouco a memória. Não foi difícil lembrar: aquela era a pequena vida à qual tinha ele e os outros salvado os habitantes. Inclusive Kirus estivera lá no dia em que o ataque de extra-planares começou. A missão foi um êxito, mas… o que há de errado nisso?

- O que há de errado nisso?
- Acho que você deve algo a alguém.

Victor sabia do que falava… mas, não poderia ser. Não quis ter prometido nada. Tinha sido enganado, isso sim, enganado. Aqueles aldeões precisavam de sua ajuda, e ele tinha se disposto a qualquer acordo para os auxiliar. Mas nunca imaginou que teria que voltar àquele lugar, muito menos que Kirus o levaria até lá. O que estava acontecendo?

Kirus ignorou minha visível dúvida. Continuou seu caminho para dentro do vilarejo.

Tudo estava deserto. As casas abandonadas aos pedaços. Nenhum habitante, nenhum sinal de vida, nada. Tudo simplesmente tinha deixado de existir. Os rastros da destruição estavam por todo o lugar.

- O que aconteceu por aqui?
- Alguém quer lhe cobrar algo, Victor. Alguém de uma dimensão na qual você já esteve. Acho que você não tem sido honesto com seus amigos. Você trai a própria Faralchar!
- O quê! Não, nunca!
Victor confirmou, então, que ele falava justamente do ‘pacto’ que havia feito com um deus pelo tempo que permaneceu naquela outra dimensão. Teve um sonho, isso ele lembra muito bem, um sonho com alguém dizendo que ele não poderia continuar sem seus poderes divinos (os quais não o alcançavam no plano em que se encontrava), e que as coisas se facilitariam para ele com sua interferência. Era um deus oferecendo um acordo, o que foi reconhecer depois. Aceitou, pensando na segurança do vilarejo sempre em primeiro plano. Só não imaginou que depois esse mesmo deus, em um primeiro momento prestativo, iria-lhe cobrar algo em troca: ele quereria, para quatro anos após sua saída dali, sua presença novamente no plano. Foi obrigado a aceitar, como condição de poder voltar a seu plano. E então, agora, ele devia? Ainda mais traía Faralchar?

- Não! Nunca! – A essas palavras, Victor acrescentou todo o acontecido no plano do qual, agora, estavam próximos. – Nunca!

A face de Kirus mudou sorrateiramente de repreendedora para preocupada.

- Você deve, Victor. De alguma maneira, irão-lhe cobrar, tenha certeza disso.

Victor lembrou-se da adaga que carregava consigo, recebida das mãos desse deus como condição para sair do plano. Pegou-a e mostrou a Kirus.

- É isso, e todo o restante. Você não pode fugir do destino Victor. Mas não pode trair seu plano. Saiba que sua volta para aquela dimensão, agora, é fora de cogitação. Os perigos que isso traria à estabilidade de nosso mundo são inexplicáveis. Você poderia por em risco todos, de maneira muito pior do que Asnumine está fazendo agora.

Victor tentou largar a adaga, mas ela não saia mais de seu corpo.

- Cuidado! Estão próximos!
Victor logo percebeu o que se aproximava. Sentia uma aura maligna, cada vez mais próxima, e chegando. Sacou a espada. Kirus permaneceu imóvel.

Um ser sombrio se aproximou. Requeria, justamente, a ‘promessa’ de Victor. Exigia sua volta ao outro plano. Recebeu uma negativa.

- Melhor você ir por bem.
- Nunca! – respondeu convictamente Victor, já apontando a espada.
- Como queira.

Victor então iniciou o combate, que não durou muito, enquanto Kirus gritou pela ajuda de uma deusa, blasfemando algo. O poder de seu inimigo era absurdamente maior que o seu. Entretanto, quando já estava no chão, quase sem vida, pôde ver a silhueta de seu amigo Kirus transformando-se em um enorme solar, e arrasando seu inimigo com apenas um lance de espada. Então, fechou os olhos, com a imagem de seu amigo também caindo.

Acordou em um lugar realmente estranho. Lembrava em muito o Limbo, mas estava completamente vazio. Vazio… não havia nada, em lugar nenhum. Apenas a figura daquele deus do outro plano, novamente, presente em sua frente, batendo palmas em um ritmo sarcástico. “Parabéns, Victor, parabéns…”

- O que quer de mim, afinal?
- Você sabe. Que cumpra o que prometeu. Não tente fugir à sua palavra, se se diz um servo de sua deusa.
- Você me enganou, e sabe disso. Não devo nada a alguém que não cumpre sua parte em um contrato. Explicitar as condições, por exemplo, é uma delas.
- Acho que você não tem muitas opções.

Refletiu…
- Mostre-me Kirus. Quero ter a certeza de que ele está bem.

A imagem de Kirus logo surgiu, jogado no chão. Aparentava estar bem.

- Victor… – disse Kirus, com voz um pouco fraca – vá. Não temos outra escolha… você não sairá daqui. Precisamos de sua ajuda contra a vinda de Asnumine. Vá. Você irá voltar logo.

Victor ficou comovido. Pôs-se de pé, frente ao inevitável. Ele iria.

Um portal se abriu. Victor colocou-se na frente dele. Colocava já suas pernas para dentro da passagem, quando, subitamente, alguém apareceu. Uma voz… “Então assim é que age um escolhido de Tullï? Desistindo tão fácil”

Uma mulher vestindo roupas brancas aparecera, com sua face envolta em um véu, também branco. “Vamos, Victor, saia. Você ainda tem muito a fazer em Faralchar”

O portal subitamente sumiu. A imagem daquele lugar, repentinamente, também. Estava no chão, jogado. Próximo estava também Kirus, não mais na forma do Solar que vira. Mas seu corpo ainda ardia em chamas. Victor estava perdido… atrapalhava a todos. Quase colocara em risco toda a Faralchar. Fizera com que Kirus quebrasse todas as diretrizes de conduta de Tullï. Fraquejara no momento em que deveria provar ser um escolhido. Tinha sido enganado… e, ainda, faltava com sua palavra. Esse era o preço de uma promessa… e ele pagava mais do que nunca.

Drows e seus costumes (Eralon)

Ai ai, depois de um longo tempo com dragões, e seus ensinamentos, parece que Theros quis encher meu saco denovo, estava tranquilo com meu tutor, ate um cara me chamar falando que Theros precisava de mim.
Bem, fui ate la, e parece que eles ainda estavam querendo ver aqueles tais de elfos sujos, os drows…é, nunca gostei muito dos orelhas pontudas, rancando alguns, e agora eu tinha de ir num lugar com muito deles.
Nessar levou a gente para o tal Reino Elfo, la conversamos com uns caras, e procuramos em um beco para 1 cara que nos levasse ate a cidade…bem o preço foi bem caro, pra quem só abriu 1 esgoto, e nos deixou por conta própria…

La conhecemos alguns dos famosos pilantras, e ficamos numa estalagem(tendo que dormir enquanto é dia, porque os drows acordam de noite, o problema que la sempre é escuro também).Tenho de me lembrar de que tenho que sacanear Victor, ja que graças a ele, eu quase tive de pagar um banho de 100 peças de ouro…

Chegamos no lugar onde estava um tal de Oráculo, pelo visto, ele era bem forte, importante, e claro um elfo negro TOTALMENTE LOUCO, depois de uma conversa, onde o cara queria Victor para uma tal de dor eterna, ele nos deixou ver(ou pelo menos, Theros e Victor devem ter visto), o drow que procurávamos, fomos atacados, depois que eles saíram da sala, e voltaram pra pegar o corpo(porque não fizeram isso antes eu realmente não sei), foi quando o Oráculo apareceu denovo, e dessa vez estava pra brigar…bem, realmente eles apanharam feio, enquanto eu fiquei observando as coisas de uma altura considerável, ja que tinha percebido que não ia fazer nada com ele…

Depois de uma longa briga, parece que entramos num acordo, e graças a Varkast, nao vou precisar e nem poder voltar la por muito tempo…
Quando voltamos(sem pagar a conta), vi o mago e Victor, brigando, e realmente percebi que como conjurador, sou muito melhor que eles, já que não tenho de rezar, e nem ler nada…Agora voltei para os dragões, e vamos treinar.

(marcas em draconico platinadas e meio fogo, onde esta escrito "Eralon, Chama draconica")

Slifer

"recordando … dizia ser o antigo rei de vastardel, então slifer baqteu nele e …"
Nada aconteceu, pois de maneira alguma o machado de slifer atingia ser corpo, ele explicou algo muito confuso sobre espiritos, vidas passadas e mimimi.
entao ele disse que poderia ajuda-lo (esse espirito e um fanfarrão neh seu 06), e começou a dizer os passos q slifer deveria seguir, (nao falow muita merda nao slifer mais se virou e se fudeu q esse fdp ajudou), entao deveria ir para a capital atras de forjadores, chegando nesta um guarda veio conversar com slifer e perguntar o que ele queria (nao sei como nao o matei =P), slifer inventou uma desculpa estupida e tao idiota q so um retardado iria acreditar nela ^^ (ele caiu)!!
saiu atras dos forjadores e um desses disse q ajudaria se slifer matar o assassino de sua esposa (teclado da goblins ta ruim pra porra =D), entao slifer saiu a procura de tal assassino, onde nesse meio empo conheceu uma maniaco alquismista off gg que foi persuadido a ceder ao lado de slifer nessa guerra (din din!!!), quando achou o assassino, slifer o atacou mais era uma ilusao e este caira numa armadilha, (ilusao meta de ca 45 Oo unblelivable!!!!).
Slifer acordou sem seus equipamentos em um lugar branco, cama estranha de fino colchonete, lençois brancos o cobriam e elenao estava com suas roupas normais !!! (HOSPITAL OF GG) algo ali era muito estranho, onde estou? q diabos eh isso ? sao perguntas comuns em sua mente, foi quando uma mulher vestida de branco entrou … (to be continued)
SHieeeeeetttttttt fuck!!!!!!(eu sei q ta errado)
Tem de ser tudo agora caraio =/
vamo la sem enrolaçao ^^ por inquanto ^^
sao perguntas comuns em sua mente, foi quando uma mulher vestida de branco entrou …
Slifer se viu deitado em uma cama e estava com poucas roupas… logo notou q estava sem machado tb (DEADEN QUASEEEEE!!!), entao ele comecou a bombardear a moça com perguntas q ela nao sabia reponder. slifer entao levantou-se organizou seus musculos, e FUUUUUUUUUUUUUUUUUUUGA !!!
alguns seguranças tentaram para-lo mais slifer simplesmente atroupelou-os.
ele correu ate um beco onde parou para respirar, de repente um voz saiu das sombras:
AIIIIIIIIII MANO PASSA A GRANA MANE !!
grana? ???
DINHEIRO, BUFUNFA, MONEY, saco?
mais eu nao tenhu nada ?
entao vo te matar. (atirou um uma arma estranha q fazia barulho)
ouch! (quase doeu)
SLIFER ergue o braco e DEADEN ^^
entao slifer obriga o cara a ser seu guia e leva-lo para comprar roupas e ainda por cima pegou o dinheiro do cara !
na loja ele comprou roupas em troca de todo o dinheiro. e na primeira oportunidade o mini mano se mandou …
agora slifer deveria ir a delegacia para procurar suas coisas…
chegando la precisava de uma identidade a qual nao tinha, entao comecou os preparativos para fazer um deveria retornar no dia seguinte.
slifer precisava de dinheiro pois ja estava com fome … quando ele ouviu uns barulhos estranhos e decidiu investigar!
era uns malandros assaltando uma loja, entao slifer pulou em cima deles e DEADEN FOR ALL…
o dono da loja o agradeceu com uma arma e dinheiro.
ele foi ate um hotel onde poderia comer e descansar.. chegando a recepçao slifer foi bem recebido e abusou do mane q o atendia para apreender sobre tudu que estava a sua volta nakela estalagem estranha, Tomou um banho de chuveiro, bebeu bebida gelada em uma caixa estranha, e dormiu em uma cama macia e decente como jamais dormira …
mais o dinheiro estava acabando .. e slifer precisava de mais…
entao o levaram ao caixa eletronico … to be continued
Slifer x Mundo Moderno
Slifer viu uma pessoa colocando um negocio na maquina pedindo dinheiro e Tcham dinheiro gratis q maravilha …
entao fez o mesmo pediu dinheiro, nada … de novo … nada … nada …
SLIFER estava prestes a destruir a maquina quanto uma pessoa veio auxilia-lo…
entao agora ele precisava cumprir uma missao muito importante nakele lugar, ARRUMAR UM EMPREGO!!!!!
ele foi indicado ate a usina da cidade la ele foi recebido e iria comecar a entrevista…
Atendente: Bem seu nome ?
Slifer: Norësh Slifer !
ela: Muito bem senhor slifer, ja trabalhou?
ele: sim sim !
Ela: o q vc fazia ?
Ele: Matava muitas pessoas malignas ajudando a milicia mais matava mais de 100
Ela: ahh sim, ajudando a milicia? hmm entao o senhor esta contratado espere um momento por favor !!! (Fuga)
alguns minutos depois entram muitos homens anunciando a prisao…
slifer olha as algemas e explica q ela nao prestavam pois arrebentavam facilmente, e feiz isso varias vezes !!!
na delegacia ele tava verdadeiramente fudido, confessou o crime, sem documentação causou caos na cidade, esmagou veiculos, etc etc etc…
entao socaram-no em uma cela junto com outro preso…
slifer logo fez amizade com o outro penitenciario e entao este bolou um plano de fuga…
A grande Escapada
entao estava tudu decidido, quando eles fossem liberados para tomar sol, apenas teriam q causar confusao, e pularem o muro MUIIIITO ALTO, logo a frente estaria um veiculo para fuga…
No patio da prisao, causao mais caos nao foi poblema bastou estorar a cara de um e comecou o inferno, entao slifer escalou o muro sem poblemas e ajudou seu pco.
pegaram o veiculo e foram pegar suas novas coisas e armas.
quando estavam fugindo foram reconhecidos e a perseguisao começou, slifer nao sabia dirigir muito menos atirar…
foi uma verdadeira zona, mais conseguiram se livrar dos policiais.
no caminho para o segundo Domo (cidade q seja), slifer reparou em um manezao parado no meio do deserto, logo foi investigar pq deram pt no carro
chegou la e era VIctor… como podia estar vivo ? (genasi)
victor contou muitas coisas sobre o passado e como todos se fuderam com o desaparecimento de slifer. (e muitas coisas metas q me recuso a descrever)
entao victor sabia um ritual para trazer slifer de volta ao passado, usado o q restava de seus poderes, invocou uma magia de viagem…
chegando a um templo abandonado victor contou q dentro deste possuia um altar onde deveria ser executado o ritual para leva-lo de volta mais o caminho era perigoso.
deu-lhe um machado grande e partiram para o tempo…
logo na entrada se depararam com uma maquina estranha q os atacou… slifer aguentou os danos enquando victor fez o de sempre … se escondeu, esgueirou e auxiliou em combate derrotando a maquina com magia … (ele ate curava melhor)
quando estavam bem prosseguiram (victor estava um caco ja q sem tulli a magia possuia forte efeitos colaterais …)
adentraram no templo e mais um inimigo tentou impedi-los … um homem… Slifer invetiu e ZAM RANCOU A CABEÇA DO DESGRAÇADo ^^ (como eu disse victor tava um caco semi inutiu pois a magia tinha acabado com sua enegia e o q sobrara seria usado no ritual)
slifer virou-se Vitoriosamente…
Quando o corpo se levantou e preparou-se para mata-lo … foi entao q ouviu um barulho… e akele corpo caiu inerte…
slifer para garantir despedaçou-o em muitos pedacinhus ^^
um homem saiu das sombras era um caçador de recompensas, e estava atras dakele desgraçado…
slifer entao preparou-se para partir… mais ainda tinha uma divida com o tal homem q salvou sua vida…
Slifer entao pensou pq nao traze-lo comigo ^^?
e fez a proposta.. este homem era um dos poucos q traziam o espirito dos guerreiros, dos homens, DOS MACHOS, q viviam em faralchar na epoca de slifer (nao igual uma cambada ae).
e entao aceitou sua proposta, logo os dois planejaram sua volta, e como dar um counter no assassino ilussion meta of gg de ca 78
quando retornaram… slifer iria receber o ataque q o mataria quando o forasteiro o acertou em cheio caindo o corpo do assassino inerte no chao.
entao agora tinham os forjadores, o assassino maniaco e um guerreiro do futuro consigo.
agora faltava se preparar para o combate… no primeiro ano foi reunir tropas (nao muito facil de fazer), gerar suprimentos, e espionar o imperador …
Os resto q falta vou escrever depois pois agora fui bugado perma o dia inteiro foda, familia …
e ainda por cima vou acrecentar coisas pois slifer nao ficou parado esses 3 anos antes da guerra …
nao ficou parado esses 3 anos antes da guerra …
Comecou um chato jogo de espera… passou um certo tempo … um dia uma enorme cavalaria vinha na direção do acampamento de slifer.
este foi la investigar, e era um desertor do imperio, e propos uma aliança contra o imperador … slifer nao era burro (nao tinha muita escolha mesmo) e aceitou a oferta. bem agora tinha cavalaria, no começo foram tratados com desconfiança mais antes do dia maldito, slifer resolveu abrir o acampamento para os cavaleiros acolhendo-os como parte de seu exercito.
Bem agora tinha J. lider dos rebeldes e lider da rede de espioes
Lenion - clerigo barbaro mestre dos fios do eter
Salvir - Cavaleiro fanz
no dia seguinte slifer estava treinando quando foi surpreendido por um ENORME lobo atroz branco of gg com tatuagem de lua crescente na testa com furtividade 43 (slifer tem ouvir -1 acredito) q o imobiliza (dã)… ele diz ser o Arauto da lua, um espirito fanz q domina akelas florestas.
ele lhe oferece ajuda e slifer aceita por motivos obveis ¬¬, bem agora ja tinha alguma chance contra o exercito do imperador.
passou-se um ano.. e nada… de repente slifer e avisado pelo anciao q algo esta vindo… todos olham para cima e veem uma estrela cadente caindo em sua direção, Era um Grande, maligno, muiiiiito evil mesmo, e safadao … BALOR !!
Slifer expulsou a tropa e se preparou para combate-lo
Savir, lenion, Kelsen, se propuseram a ajuda-lo … o cavaleiro investiu ferozmente acertando em cheio o peito do bixo que urrou de dor.
Lenion usou um encantamento parar fortalecer a todos!
Kelsen deu um Head-Shot bem na fussa do bicho.
slifer deu-lhe uma puta machadada q o bicho cambaleou mais tb o encheu de furia e usando um encantamento muiiiiiito poderoso tentou destruir Slifer mas Salvir interferiu cancelando a magia do monstro.
Salvir entao retornou e deu o golpe final esmagando-o. mas o q todos nao esperavam a fera se tornou um inferno na terra enchendo o ar de chamas que causou serios danos a todos mas gralas ao encantamento de Salvir todos conseguiram sobreviver.

Bem ai comecou um triste jogo de esperar… 2 anos depois a guerra estourou… as tropas do imerador começou a se movimentar, mas slifer ja previar isso devido aos espioes de J. entao começou a se preparar. A batalha ocorreria a beira do Rio.
as tropas estavam em posição Slifer deveria ir comprimentar o general adversario…
Ao se de frontarem slifer viu que ele nao era maligno, apenas fanatico pela causa que defendia.
entao a guerra comecou … os Cavaleiros de Salvir investiram nos arqueiro mas foram interceptados pela cavalaria oposta…
Slifer estava em desvantagem numerica mais trazia consigo a força dos sanguinarios.
O arauto atacou com seus irmao lobos a tropa de arqueiros dominando-as facilmente.
logo entao foi dada a ordem para recuaram p/ perto do lago.
quand estavam prontos O Dragao negro surgiu invocando todo o seu poder e destruindo parte da tropa inimiga.
Foi entao que slifer encontrou o General inimigo no campo de batalha…
eles se confrontaram… o general era muito poderoso, e por pouco nao destruiu slifer em pouco tempo.
mas slifer sobreviveu o que significou DEAD to the Alliance.
a tropa inimiga ficou desorientada e comecou a recuar, foi quando de repente apareceu uma figura inusitada… Era o Proprio imperador que desafiou slifer para um combate. Slifer nao podia recusar a oferta em meio aos seus homens ja que a lei dos sanguinarios diz que quem desafiar o lider e mata-lo sera o novo lider…
Entao a batalha começou. O Imperador tinha muitas artimanha e usava uma especie de garras estranhas, atacou slifer e o arremessou para longe, slifer reagiu acertando-o em cheio mais este era mais poderoso que qualquer humano normal, entao a luta durou um longo tempo, quando o imperador errou um golpé e abriu a guarda… slifer atacou-o com toda sua força fazendo q o corpo dele caisse inerte no chao, sem vida.
uma luz vermelha ainda saiu do corpo dele e como se fosse uma lança perfurou o corpo de slifer q por pouco nao morreu.
Estava feito, tinha vencido agora era o novo rei !!!
Um ano se passou desde que slifer virara rei de vastardel, uns guerreiros estranhos lhe fizeram uma visita, eles queriam propor o campeonato de Askardin deus da guerra, Slifer por pura curiosidade decidiu participar.
chegando la viu velhos amigos… um cara do povo sombra onde o mal poderia ser descrito apenas por sentir sua presença…(victor se lembra dele)… Slifer entao ficou passeando ate a hora do combate.
o Algoz of mass destruction, iria lutar com um Fanfarrao de armadura branca e espada Bastarda… Slifer foi gentilmente ate este e lhe deu os meus pesames.
o primeiro adversario de slifer era um sanguinario… o que resumiria em quem atacasse primeiro sobreviveria… Slifer foi mais rapido e rapidamente o Separou em duas partes (acidentes acontecem).
em seguida foi contra um adorador de correntes… este deu muito trabalho mas apos desarma-lo slifer venceu a luta.
a ultima batalha foi contra um guerreiro horiental. Slifer resolveu provoca-lo para que este abrisse a guarda, mas nao aocnteceu…
Askardin enfurecido jogou-os proximos para que parassem com a palhaçada…
o Samurai atacou com tudu q tinha (pick)… Slifer tb mais este era muito habil na tecnicas de bloqueio. e assim foi por um bom tempo… slifer era muito resistente… e o samurai paciente.
foi quando este cometeu um erro e baixou suas espada, fazendo o machado de slifer acertar seu corpo e rasga-lo ao meio. (foi um acidente nao queria mata-lo crit hurt)
Slifer foi declarado o campeao do torneio de Askardin e como recompesa pediu a tropa de campeoes do deus da guerra para que o ajudassem em seu plano contra Arcrest no futuro… devido ao conhecimento que apreendera com victor muitos anos a frente sabia que precisaria de toda ajuda possivel, tambem queria poupar as tropas do reino de Vastardel para protege-la caso este falhasse !!!

Vou me pra Wodrom, pois lá sou amigo do rei! (Hemmet)

Enquanto isso em uma tavenna qualquer em Wondrom(sei la como se escreve)…

Garçonete: Ohh, mas isso é muito perigoso sr. Hemmet!

HAHAHAAHAH…. O lamina rubra aqui não conheçe o perigo não! Foi que depois de reencontrar minha família e meu antigo de longa data tentar me prender (não conseguiu é claro) Foi dai que bem no meio do grande mar eu fui resgatar um navio pirata que eu mesmo derrubei.. =P

….Sim, dái eu lutei com um bando de zumbis da água, depois uns tubarões gigantes…

Garçonete:Pelos deuses! Como o sr. conseguiu?

hehehe, Não é um bando de tubas que vai me derrubar não.. Daí que depois de verem minha força eles resolveram ser meus amigoS(20 em blefar).Nisso eu ainda dentro dágua, e acabo encontrando uma orbe Negra, responsável pela criação dos zumbis.
..Orbe Negra é uma antiga fonte de energia divina…Muito…Muito perigosa ….

Bem o meu camarada clérigo me ajudou a carregar a orbe pro barco…Depois é claro de derrotarmos umas centenas de criaturas das sombras. No barco o mago Gyruss teve uma idéia, e foi direto pra torre de Ermaras(lugar assustador, diga-se de passagem;)Mas nisso o meu velho amigo ainda estava em meu encalço, e infelizmente pegou o Gyruss como refém.

Garçonete: Então sr. Hemmet o que aconteceu?! *serve + uma DwarvenBeer*

Oras, como sou um Aventureiro de respeito, me rendi pra salvar meu aliado e encarar o rei de uma vez.E não é que como eu suspeitava, o dito rei tava tendo problemas com o seu conselheiro(sombra safado), e por pouco pensei que o rei estava sendo manipulado, e eu ia perder minha cabeça….Masss o rei nao era tonto não.Ele já sabia da treta com os sombras e se propos a me ajudar. Daí já viu.. quando se vira amigo do rei a coisa fica mais fácil! Transformei o meu navio em uma super máquina mágica de batalha. E que ainda serve Rum! heheheh.
Quer vir comigo dar uma olhada ^.^? o Rum é ótimo…

O Coração de Tullï

Quando Theros retorna a Torre de Ermaras, depois de sua ultima aventura na cidade dos drows, encontra-se com o líder dos soturnos "Caras da Parede" e este lhe informa que Arcrest foi para o continente dos Elfos para procurar um artefato que poderia libertar Asnüminë. O artefato era o Coração de Tüllï que foi dado a Arkfalas quando esta adoeceu a milhares de anos atrás, antes da Queda dos Deuses. Arkfalas guardou o Coração no único deserto do Continente das Folhas, mas o deserto se transformou em uma imensa e mágica floresta, a Floresta Viva. O Cração, assim como Theros fora informado, era guardado por um Mestre do Carvalho e era necessário encontrá-lo para encontrar o artefato. Theros foi aconselhado a não seguir sozinho, então começou a reagrupar seus antigos companheiros: Victor, Cristopher, Hemmet, Eralon, Faldrin, Slifer. Quando encontrou Hemmet, Theros descobriu que, por algum estranho motivo não revelado, Kimagure revoltou-se contra o grupo e tentou, sem sucesso, assassinar o Pirata.
Enquanto Theros procurava os companheiros, em Vastardel Slifer se entretinha com seus novos afazeres como Rei. Uma visita inesperada lhe veio sem ser anunciada: era Victor, mas não o Victor que acabara de se transformar em Soldado da Luz, mas o Victor que Slifer encontrara no Futuro. O Victor do futuro questionou a falta de preocupação com a Rainha das Sombras nesses últimos anos e cobrou a dívida por ter salvo sua vida: Theros apareceria daí a alguns dias e Slifer deveria partir com ele. Depois de mais alguns conselhos, Victor partiu. Antes de sair de Vastardel, ele encontrou Theros e ele proprio indo de encontro ao Rei.

Com o Grupo reunido, os aventureiros se teleportaram, junto com o Barco de Hemmet. Eles chegaram sem dificuldade a entrada da Floresta Viva. A partir daí, partiram a pé para enfrentar o primeiro desafio: encontrar os três espíritos que viviam na floresta que, depois de derrotados, informariam a localização do Druida. Andando pela Floresta sem destino, eles se deparam com espíritos de leões, mas estes não eram os espíritos defensores da floresta, mas sim uma das habilidades de um Dragão Verde que foi derrotado depois de uma batalha um pouco árdua, que resultou na morte de Eralon, Cristopher e Faldrin. Os aventureiros voltaram para o barco e reviveram seus amigos. No outro dia, os aventureiros estavam passando por um rio, mas Eralon recebeu uma Flecha Dourada quando o atravessaram e morreu pelo efeito mortal desta. Victor protegeu o grupo com uma magia de proteção e eles continuaram. Finalmente encontraram o primeiro espírito e dois Tiranossauros. Depois de uma árdua batalha, e com a morte de Hemmet, o espírito foi derrotado por Victor e eles receberam a localização do segundo espírito e voltaram para o barco. Depois de alguns teleportes para reabastecer a quota de diamantes, eles voltaram para a floresta. Finalmente encontraram o segundo espírito; nessa batalha, Victor pereceu, mas Cristopher derrotou o monstro e eles conseguiram a localização do terceiro e último espírito. Na batalha contra o terceiro espírito, Faldrin e Cristopher pereceram, mas Hemmet derrotou o inimigo e eles descobriram a localização do druida. Quando chegaram ao esconderijo do druida, eles foram atacados por Escorpiões gigantes, mas facilmente os derrotaram.

Dentro do morro onde o druida se escondia, os aventureiros encontraram um ecossistema próprio e o incrível Carvalho Mestre, uma árvore de 30 metros de diâmetro. Foram atacados novamente pelo arqueiro das Flechas Douradas, e Faldrin pereceu. O arqueiro conseguiu fugir, mas eles logo foram atacados pelo Druida, um Meio-Urso enorme. Depois de uma terrível batalha, na qual Hemmet foi transformado em sapo pela magia do druida, o Druida foi finalmente derrotado. Theros perguntou para a alma morta do druida onde estava o Coração de Tullï e foi respondido. Quando foram às raízes, eles finalemente encontraram o Coração de Tullï, um diamante esférico adornado por fios de Ouro Branco. Slifer o pegou, mas, para a infelicidade do grupo, Arcrest os havia seguido e este tomou, com o auxílio de magia, o artefato das mãos do rei e desapareceu em sombras. Logo, a floresta começou a se deteriorar e um tornado de fogo apareceu e atacou os heróis. Com facilidade, os aventureiros fugiram do Elemental Uno. Agora eles se encontram na Torre de Ermaras planejando seus próximos passos com cautela.

Será que Asnüminë será libertada e tomará toda Faralchar para si?
Será que Arcrest foi finalmente bem-sucedido em sua trama?
Onde estará o Errante? De que lado ele estará?
Quem serão os verdadeiros aliados e os verdadeiros inimigos?

O Fim está próximo…

Prólogo

Arcrest: O Portador da Sombra esperou… Desde seu último encontro com parte dos supostos heróis na cidade dos Drows, Arcrest esperou até que se concretizassem suas previsões. Enquanto esperava, recebeu um mensageiro que trazia mensagens de Asnüminë; a Deusa dizia que uma boa estratégia era procurar atrair um dos tais aventureiros para seu lado, que Arcrest deveria escolher um deles e fazer o convite, ele poderia oferecer todo o poder dado a um verdadeiro servo da Senhora das Sombras. Arcrest Procurou Kimagure, então, e ele não foi difícil de achar (Asnüminë sabia a localização de todos aquele do porvo sombrio, renegados ou não e já estava dando conta de eliminar essa ameaça). Arcrest ofereceu um dos mais poderosos equipamentos ao espião e muito mais se este aceitasse se redimir perante a Deusa. No entanto, Kimagure recusou a oferta; Arcrest, então, decidiu deixá-lo vivo, pois, afinal, ele queria matar o espião por si mesmo em hora mais propícia. Todos os renegados da maior guilda deles de Faralchar foram assassinados brutalmente… Depois de alguns meses, Arcrest voltou para o continente dos elfos, rumou para as proximidades da Floresta Viva e esperou por sua chance de cumprir o planejado: conseguir o Coração de Tullï. Arcrest não tentou pegá-lo por si mesmo pois reza a lenda que só aquele cujo coração não tivesse sido maculado pelo mal poderia retirar o artefato do coração da Floresta, o Carvalho Vivo. Como já esperava, os aventureiros chegaram e adentraram a floresta. Arcrest os seguiu e ficou entediado com os dias que se passaram sem o sucesso do grupo. Mas finalmente eles conseguiram e o Portador das Sombras tomou o Coração de Tullï dos aventureiros facilmente. Agora é só uma questão de tempo: Chegar a Tenebra e começar a Transferência e Asnüminë estará liberta novamente. E as Sombras tomarão conta do que um dia já foi chamado Faralchar.
Alexis Isstra: "-Cinco milhões? Hã, não é bem do meu feitio, mas um favor a mais me renderá algo mais que dinheiro no futuro. Fechado."

Enyus: No Abismo, Enyus reuniu um pequeno exército. Sua richa agora era com a maldita maga cuja criadora é Ermaras. Asnüminë enviou uma oferta para Ars, mas este não ligou muito para as palavras da Senhora das Sombras, mas com Enyus foi diferente: uma oportunidade de acabar com a maldita Filias e terminar o trabalho que parou algumas centenas de anos atrás. Lutar ao lado de Asnüminë… sim ele o fará, mas no combate ele tem alguns preferidos para destruir…

Hakon: Os dias se tornam cada vez mais escuros e misteriosos, o mar parece calmo e o vento quase não sopra, mas as criaturas sob a água já avisaram o grande Pirata sobre as coisas que acontecem a Sudeste. Hakon preparou seus navios e sua tripulação e partiu para o Reino Branco.

Sundar: "-Theros tolo, como ele foi cair numa armadilha tão óbvia!? O que ele fez com aquelas adivinhações que eu o ensinei!? Ele tá merecendo ver o que um Arquimago de verdade faz!"

Tárion III: "-Já está na hora de encontrar esses heróis, temos que nos reunir, pois são eles que mais estão bem informados sobre essa ameaça que vem da Ilha Maldita. Tem um Rei entre eles? Então será uma ótima oportunidade para fazermos aliados. Preparem os Cavaleiros! Chamem o Líder do Templo de Hartol, preciso ter com ele."

?????: "-Theros, Theros, precisamos ter uma conversa de imortal para mortal…."

?????: "-Aquele que traz a morte está tentando interferir de novo? Desta vez, nada vai fazer com que os mortais tomem, de uma vez por toda o controle de Faralchar…"

?????: "Slifer, a que ponto vc chegou…. Mas não se preocupe, nós iremos ajudar."

Nessar: "Eralon, Eralon, sinto muito mas vou contra a vontade de seu pai. É necessário!"

??????: "Meus filhos, preparem-se, eu cuido desse incômodo, nem que eu mesma tenha que ir contra ele. Vão, vocês serão necessários."
Arkan: "-O que faremos meu irmão? Devemos nós, os poderosos filhos de Varkast, ajudar os reles humanos que nem sabem de sua própria fraqueza? Como poderia a Senhora das Sombras nos enfrentar agora? Temos o poder de milênios correndo em nossas veias e nossos pulmões ardem como chamas de um inferno escarlate. Nós podemos detê-la nós mesmos, os mortais que cuidem das suas próprias liberdades."

?????: "-Faldrin, meu pupilo, essa será uma boa e rara oportunidade de mostrar-mos quem são os verdadeiros mestres das lâminas!!!!!! Que venha o exército das sombras porque os elfos de Wondrom não se rebaixarão a ser servos de ninguém, seja ele mortal ou imortal!"

Sir Arthur: "-Que isso que me diz, Senhora Filias, seja mentira… Mas se não, será novamente hora de levantar essa velha espada e guiá-la rumo a batalha pela liberdade de todos os habitantes de Faralchar!"

Garnet: "-Que sonho terrível será esse!? Enyus, meu amor, porque você não vem me buscar!? Está escuro aqui, não vejo coisa alguma. A cada dia que passo nessas Sombras, meu corpo esfalece mais e mais. Eu vejo vultos que não consigo distingüir se são verdadeiros ou simples ilusões que minha mente assustada cria. Enyus, onde vc está!? Enyus!"

Diário de Tyus Archindar, aprendiz arcano

"Finalmente vi o tal barco mágico que tanto diziam! É um construto inacreditável, e assim que aqueles que viajavam nele saíram, eu corri para perto. Já pensou, se um deles for um mago, ele poderia me ensinar algo!"

*próxima entrada*

"Descobri que eles tem um mago entre eles! E é o tal Theros de que ouvi falar! Hoje vou até ele. Espero que ele me aceite como aprendiz!"

*próxima entrada, escrita claramente alterada*

"O que, o que eu fiz? Tinha ouvido que o sr Theros não era exatamente muito social e era meio sarcástico, mas quando entrei no seu quarto e comecei a enunciar meu pedido, ele me colocou pra fora! Eu ainda tentei pedir, mas… ele abanou a mão e me arremessou pela janela! Sorte que um mago praticava levitação e me pegou no ar, ou eu estaria morto! Horas depois ainda ouvi que esse Theros saiu em direção às salas de Adivinhação, e desintegrou o familiar de um iniciante, que pulou sobre ele. Não sei o que houve, mas ele CERTAMENTE não é tão calmo quanto me disseram! Sorte que ele não sabe que estou escrevendo isto!"

//Nota OOC: Tyus é qualquer maguinho mané random. Decidi descrever as açoes de Theros depois da floresta de um jeito diferente apenas. Pergaminhos sarcasticos voltaram no futuro.

Slifer

bem em todo caso …
Slifer sentado no trono…
(folgado D+) its good to be a King!!!
Slifer: hmm… o que vou fazer?
Soldado novato entra na sala sem permissão…
Soldado: senhor, (ofegante) se..nhor, eu ouvi dizer de uma guerra? perdoe-me por entrar …se..nhor?
Slifer se levante e joga o muleke na parede.
Slifer: Primeiro… EU IREI A GUERRA… SEGUNDO, VOCE DEVERIA ESTAR MORTO AGORA, TERCEIRO, VOCE NEM SE DEUS ORDENASSE IRIA.
Slifer: venha vamos caminhar …
Depois de longas horas caminhadas o Soldado nao aguenta mais.
Soldado: senhor porque nao vai me levar pra guerra ? sou o melhor fomando da Academia, E acima de tudo Odeio aquelas sombras malditas…
Slifer: hahahahaha sim isso e voce quem diz, qual seu nome Garoto? façamos um trato pega sua arma e me derrube, se conseguir eu o levarei ao meu lado em combate, se perder cumprirá minhas ordens sem reclamar e sem fazer eu esmagar seu corpó. estamos entendidos? Faremos amanha ao amanhecer para que voce tenha repolso completo.
No dia seguinte…
Soldado gritando: VAMOS LA PEGUE SUA ARMA…
Slifer esta aqui… (sem nada nas maos) tudu que irei precisar…
O soldado ataca Furiosamente Slifer q apenas recebe os golpes sem sofrer um unico arranhão.
Slifer: Pois bem … minha vez …
Slifer libera um forte golpe na arma do Soldado destruindo-a em pequenos pedaços…
Slifer: vejo que voce perdeu … aceite a derrota. essa e a diferença entre nos … voce precisaram de muitos anos antes de se equiparar ao meu poder… imagine o poder de uma raça que vive aproximadamente iguais aos Imortais Elfos… portanto fique aqui e proteja seus amigos e familia caso eu falhar… qual o seu nome muleque?
Soldado: Hans !!!
Slifer: Hans???? ja ouvi isso antes … (teste de sabedoria 0+10+meta) hahahahhahaa, nao acredito.. o muleque de 5 anos atras(aproximadamente), voce cresceu garoto … mais continua um muleque chato e com pensamentos tolos… ainda quer apontar uma vassoura contra um exercito? hahhahaha
Hans: Ei eu iria derrota-los !!!
Slifer: sim iria derrotar a Todos aqueles que salvaram Vastardel …
Hans: mas mas …
Slifer: (olhando para o céu) bem bem… possivelmente nao retornarei… desta maldita campanha… entao so nos resta uma coisa a fazer …
Hans: O que Senhor?
Slifer: RAPIDO CHAME LENION, KELSEN E SALVIR AGORA..
Hans sai assustado… logo retorna com todos …
Todos: chamou senhor?
Slifer: como todos sabem, logo irei para a batalha final, nao pretendo leva-los pois caso eu falhe voces serao a ultima linha de defesa de Vastardel…
Então pouco tempo me resta … Decidi…
Slifer: VAMOS FESTEJAR … EM TODAS AS TAVERNAS POR MINHA CONTA!!!!
Todos: Palhaço …

Sobre exércitos e deuses (Theros)

*uma pequena caixa de pergaminhos, flutuando no Plano Etéreo*

Às vezes, eu me pergunto porque escrevo estes pergaminhos. O único meio de alguém ler um desses era comigo morto, e a morte (permanente) não se incluía em nenhum dos meus planos. Talvez Arcon estivesse certo quando dizia que eu não batia bem, ou minha mãe, quando dizia que eu deveria ser feliz naquela vila no fim do mundo. Nota: não ser tão obstinado na próxima vida (se eu tiver uma).

Acho que deve ser normal humanos escreverem sobre suas vidas quando sob ameaça esmagadora e iminente de morte e esquecimento. Até Slifer disse que escreveria seu testamento, então não sou apenas eu que tenho essa necessidade (nota: nunca mais me comparar a um bárbaro). Asnumine está a cinco dias de bater na porta de Fardon, e embora eu tenha encarado um muito nervoso Arfnech, desta vez eu duvido muito que um velho de manto venha a minha salvação. Se eu cair nas batalhas que virão, eu não vou voltar, e ninguém vai se lembrar.

A ameaça de esquecimento, ao menos a mim, parece muito assustadora. Além disso, nenhum deus em seu juízo perfeito vai me querer em seu "paraíso". Não que eu quisesse ficar em qualquer um deles mesmo (bem, talvez uns 10 ou 15 anos naquelas bibliotecas de Hermaras).

Depois de pensar uma noite a esse respeito, eu decidi fazer destes pergaminhos o meu "testamento". Estes pedaços de papel flutuarão pelo plano Etéreo, e quem tiver poder ou curiosidade suficiente para achá-los, será merecedor das histórias contidas neles.

Se Asnumine venceu, então aqui está a prova que houveram aqueles que se opuseram a ela, e lutaram até não restar nada mais. Se a vitória foi dos meros mortais de Faralchar, então o leitor saberá dos nomes que mencionei, e reconhecerá as histórias aqui contidas. Em qualquer das hipóteses, esses heróis viverão para sempre, nestes papéis.

*listados estão todos os que lutaram ao lado de Theros, incluindo os que seguiram outros caminhos*

*letras douradas marcam o nome do autor*
Theros Glannath

O ultimo. (Eralon)

Bem aqui eu escrevo as ultimas das minhas lembranças, tendo o fato da guerra contra a Senhora das Sombras estar tão próxima.
Tenho de concordar que é incrível, como a busca por meus pais pode se tornar em algo que praticamente decidiria o destino desse mundo em que vivo, Faralchar.

Posso não viver tudo que pretendia, nem conseguir tudo que queria, mas tenho que dizer, que desde o dia em que cruzei com Norhësh e Victor, minha vida foi realmente uma experiência única, que nunca pensei que viveria.
Ir para a ilha, que ate aquele momento, era um mito, a ilha que me refiro obviamente é Tenebra, e claro, sair de la vivo.
Descobrir que meu pai, tanto quanto seu melhor amigo, tiveram uma vida de aventuras.
Conhecer as terras drows, ir para outro plano por causa que perdi meus poderes.E claro, e nunca menos importante, ter descoberto Varshaarak, a qual me apresentou um lugar que realmente sempre quis ver, a Terra de Ninguém.

Posso não ter sido corajoso suficiente durante todas as minhas aventuras, posso talvez não ter sido digno de ter um dragão vermelho como meu espírito, e muito menos de ter reconhecimento de Varkast.Mas sempre a o momento de mostrar a verdadeira capacidade, e meu momento é agora nessa guerra, impedir que Faralchar seja tomada, impedir o maldito sequestrador de meus pais, o cara que estamos perseguindo desde aquela época consiga alcançar seu plano.

Bem, tenho de pedir desculpas a muitas pessoas, talvez principalmente a minha família, por ter ido nessa guerra, sem ao menos um adeus.Essa vai ser a ultima lembrança que as pessoas teram de mim caso eu morra nessa guerra. Espero que juntos com os outros, eles saibam os esforços, de como eu e talvez muitos outros, lutamos contra Asnumine.
Então, que fique aqui escrito, que fiz de tudo pra por fim nessa guerra, mas do que jamais fiz no resto de minha vida, então, boa a sorte a todos que estiverem vivos e lendo esses pergaminhos.

E que tenhamos ganhado a luta.

*Letras em chamas, como o fogo mais quente do mundo, marcam o nome*
Eralon Flare

O Confronto Final - Início (Victor)

A carta vinda do futuro fez-se muito importante para Victor. Ela, além de proporcionar o tempo que ele necessitava para treinamento (interessantes os planos extradimensionais da deusa do destino), deu informações preciosas para todo o grupo: Arcrest deve ser derrotado e o corpo de Asnumine guarda uma grande fortaleza. A guerra final, agora, parecia mais perto do que nunca.

Uma reunião na capital do reino branco foi convocada para discutir o assunto. Compareceu nela todo o grupo, além de representantes de todas as regiões do continente. Nela chegou-se à conclusão, após alguns avisos de Hemmet, que a defesa por mar era inútil e que nossas forças deveriam se concentrar no forte. A notícia da derrocada da torre de Hermaras abala o grupo. Começa, então, a marcha para o forte.

A viagem para o forte não teve pertubações sérias. Nesse meio tempo, Theros e Eralon aparecem com cajados aparentemente poderosos. Lá chegando, Victor mais outros clérigos encarregaram-se de proteger magicamente o lugar. A chegada das tropas de Asnumine, já maiores em número, não tardaria.

Nossa desvantagem numérica era grande. Além disso, havia a questão do errante, que estava do lado deles, e a do próprio Arcrest. Com a torre de Hermaras no plano etéreo, não se podia contar com a ajuda da mentora da magia. E, para piorar, Asnumine havia convocado a escuridão através de magia, que, aliás, somente deuses poderiam anular. Parecia que tudo estava acabado.

Nesse ponto, o jogo começa a se alterar. Victor é aconselhado por um sábio presente, o rei dos elfos, com relação ao poder de seu desejo único de escolhido. Através dele, Tülli interfere no combate e ilumina o caminho dos combatentes. Além disso, Tülli lhe dá também um cajado muito poderoso, capaz de canalizar de maneira eficiente boa parte das forças de cura e proteção da deusa da vida. Algumas ajudas extras, como a dos druidas, do deus da guerra e dos dragões foram fundamentais. O jogo começava, assim, a virar.
No combate, Enyus voltou a si. Uma grande explosão pôde ser vista no ar e, logo depois, ele pareceu readquirir sua própria consciência, apesar do estado físico depreciável em que se encontrou depois disso. O errante passou informações importantes a respeito da organização das tropas de Asnumine, mas teve que se manter afastado do grupo em razão de seus ferimentos, que não se curavam normalmente.

Agora o grupo que pretende salvar Faralchar entra em um ponto crítico de sua jornada. O maior inimigo que sempre enfrentaram, Arcrest, impõe-se para o grupo como o maior empecilho para que consigam impedir os planos de Asnumine, talvez ainda mais do que antes. Precisam derrotá-lo, apesar da clara vantagem de poder que ele apresenta. Asnumine, uma deusa, precisa também ser vencida. Como? Não sabem. Aliás, sabem, mas não têm certeza de nada. O futuro é incerto. Faralchar está em suas mãos. Bravos guerreiros de Faralchar… a história desse mundo se cravará em seus feitos? Ou será que sua luta será a derrocada de toda a existência? Tudo está em suas mãos…
O Confronto Final - Arcrest, Kirus, Asnumine
Depois de algumas poucas horas de trégua, a batalha se iniciava novamente. Os heróis de Faralchar sabiam sua missão: teriam de entrar no corpo de Asnumine, arrancar seu coração e tentar um ritual que nem ao menos sabiam como funcionaria ao certo. Mas como entrar no corpo de uma deusa? A pergunta não queria se calar na mente perturbada dos aventureiros. Enyus estava ferido mortalmente após o combate e todo o esforço de dezenas de clérigos e vestais tinha sido totalmente em vão em tentar restaurá-lo. Não sabiam como entrariam lá e realizariam sua missão, mas, de maneira alguma, pensavam em desistir nesse ponto do combate. Estavam pronto para tudo, para qualquer sacrifício necessário. Assim, delinearam uma estratégia e começaram a traçar seu rumo em direção ao corpo da deusa.

A estratégia era bastante simples. Os seis aventureiros que se arriscariam dentro do corpo de Asnumine seriam poupados, nesse dia, de toda a batalha. O barco de Hemmet veio perfeitamente a calhar com a idéia. Através dele, foram levados acima de toda a batalha sem maiores problemas. Quando já se aproximavam de Asnumine, Victor começou a sentir algo realmente estranho. Quando pôde perceber o que acontecia, começou a ouvir a voz de Arcrest, incessante, atormentando-o. Arcrest insultava o Escolhido de Tullï, chamava-o de fraco, intimidava-o para o combate. Victor sabia que não deveria entrar em conflito com Arcrest naquele momento… Filiahs estava a bordo e dizia esta sentença com todas as letras. Mas aquela voz… Era impossível suportar. Victor estava entrando fora de si. Mesmo com todo o treinamento que, por anos, teve para analisar as situações com calma, de forma sábia, aquela voz irritante, incessante, estava o deixando completamente insano. Não iria suporta mais aquilo. O mal teria que ser destruído. Era uma vida, sim, mas os solares sempre foram bem claros: “o mal pode se concretizar em uma vida… Mas tenha certeza, a vida de um ser maligno irá tirar a de muitos outros. Há formas e formas de proteger a vida.”
Um mundo inteiro estava em jogo agora. E tudo se devia a apenas uma pessoa, a ele. A raiva enfurecia por completo Victor, que, nesse ponto, já não tinha qualquer controle de si. A forma de batalha de Tullï floresceu como que automaticamente. Victor, insanamente, investiu contra seu arquiinimigo, dirigindo-se descontroladamente para perto do corpo de Asnumine.

Parece que tanto Filiahs quanto Arcrest esperavam esse momento. Alguns tripulantes do navio contestaram de imediato o ocorrido – Victor está louco? – mas a mentora da magia garantia que tudo estava ocorrendo como deveria. Arcrest aguardava com um sorriso malicioso. Em suas mãos, esperando sarcasticamente a chegada do escolhido da vida, ele guardava uma arma que seria letal para o plano dos heróis de Faralchar: a Lança do Sangue extinguiria por completo a existência de Victor. E, talvez, qualquer esperança de derrotar Asnumine e completar o ritual. Foi nesse ponto crítico que Kirus, um antigo amigo perdido de Victor, reapareceu.

Foi uma cena da qual Victor nunca irá se esquecer. Arcrest, empunhando enfim a Lança do Sangue, dá um último sorriso de ironia e a desfere contra Victor. Victor já não tinha esperanças, morreria ali. Nesse momento, Kirus apareceu e, heroicamente, interpôs-se entre Victor e o projétil mortal. Arcrest blasfema furiosamente. Victor volta a sua consciência e vê o acontecido. A sua consciência pesa. Ele corre em direção ao corpo que começava a se extinguir de Kirus… do barco o chamavam, incessantemente. Um grito de desespero ouve-se, por todo o campo, partido do combatente de Tullï. Era tarde…
Victor voltou para o navio, desorientado. Mas não teve muito tempo para recolocar seus pensamentos. Enyus reaparece de dentro da batalha, debilitado, mas reaparece. Empunhando sua espada em mãos, desfere um golpe mortal contra o corpo da deusa. Uma atitude inimaginável para qualquer ser existente, Enyus feria um deus. Por dentro da fenda aberta, os aventureiros, por fim, entraram no corpo da deusa. Era o começo de uma nova batalha. O futuro de Faralchar estava nas mãos desses aventureiros. Victor, agora, sentia um peso maior que o mundo em suas costas – o sacrifício de Kirus… Ele não seria esquecido. Arcrest iria pagar. Asnumine iria pagar. Eles iriam. A vingança, um sentimento impuro para um genasi de Tullï, passou a inundar sua mentalidade a partir de então.

A Guerra

Finalmente, a Guerra chegara. Reunidos no Castelo de Fardon, os aventureiros e todos os líderes de nações distantes e vizinhas discutiam sobre as estratégias a serem aplicadas na Guerra contra a Senhora das Sombras, Asnüminë, recentemente liberta. Depois de várias discussões, decidiu-se que as defesas seriam postas num forte depois do Grande Rio, ao norte da Torre de Ermaras. Enquanto decidia-se o que fazer com os navios ancorados na costa de Turshec, todos se surpreenderam em receber a notícia que a torre de Ermaras sofreu um golpe interno e quase caíra, sendo salva por Filias que mandou a Torre para o Plano Etéreo. Isso indicava que os magos da Torre da Magia iriam se atrasar para a guerra e essa notícia não foi do agrado de ninguém já que Filias era a mais poderosa aliada daqueles que se opunham a Sombra.
Decidiu-se que os navios ancorados na costa deveriam subir o Grande Rio e ancorar próximo a ponte que cruza o Grande Rio. As tropas partiram para o Forte e quando lá chegaram um silêncio estranho e perturbador tomava todo o ambiente. Passou-se uma noite e no outro dia, surgiram próximo ao forte uma floresta realmente dita: era Laius com um contingente considerável de druidas, animais e árvores que andam. Toda a ajuda era bem-vinda.
Passaram-se mais alguns dias com uma ansiedade angustiante no ar.
Passaram-se mais alguns dias com uma ansiedade angustiante no ar.
Finalmente, certo dia,o sol não despertou e não iluminou o céu. A Guerra começara. Uma Escuridão se formara no horizonte e dela se descolava uma enorme massa de mortos-vivos. Finalmente o combate realmente se iniciaria, um combate pela liberdade de toda Faralchar e de todos os seus habitantes. As tropas da Aliança (nesse documento, chamaremos de Aliança todas as tropas de Turshec e de todos os reinos que o apoiavam) lutaram com bravura, mas os mortos-vivos eram resistentes e numerosos, de tal modo que a Aliança tivera que recuar e esperar para o próximo dia. Daquela batalha, nenhum corpo foi encontrado, isso não era bom, todos sabiam disso. No outro dia (dia é apenas um modo de falar, já que por um bom tempo, o sol não despertou em Turshec), aprendeu-se o destino daqueles que pereceram, seus corpos foram reanimados por magia negra e usados contra seus antigos amigos e parentes. Mais uma vez, as tropas da Aliança tiveram que recuar para evitar maiores perdas. Se a escuridão que havia sido invocada continuasse, o destino das tropas da liberdade seria muito ruim. Algo deveria ser feito, e rápido. Mas somente a intervenção de uma divindade poderia dissipar aquele mal. Elmerhein, Rei dos Elfos, sabia que somente um escolhido teria o poder de dissipar a Escuridão Eterna. Foi nesse momento que o monarca élfico deixou a arrogância de lado e examinou o poder de todos aqueles que lutavam ao seu lado e algo muito importante lhe chamou a atenção: o fato de Victor ser um escolhido, sua aura não negava o poder de Tullï correndo nas veias do clérigo. Elmerhein pediu para que Victor clamasse pela a intervenção da Deusa da Vida. Assim fora feito e assim, o sol nasceu novamente, dando ânimo e esperança a todos que ainda participavam da temível batalha.
Logo depois da intervenção de Tullï, Asnüminë mandou seus aliados para lutarem no campo de batalha: Demônios e Orcs juntos destruindo tudo e todos aqueles que se prostravam perante eles (Valmer e Urklor aceitaram de bom grado o pedido de Asnüminë para que os dois deuses cedessem um pouco de seu arsenal e homens para a batalha em troca de benefícios posteriores), liderados pelo Errante. Por mais corajosos e persistentes que os soldados da Aliança fossem, nem eles poderiam suportar por muito tempo o poder destrutivos que orcs e demônios juntos possuíam. Quanto ao problema do Errante, Theros teve que usar seus incríveis e recém adquiridos poderes para, junto com Elmerhein, tentar subjugar as forças do Errante. Mas o Errante era muito poderoso e foi apenas afastado do combate, evitando assim muita matança. Mais uma vez a Aliança recuou e um terceiro acampamento foi montado, esse já bem perto do forte. Algo precisava ser feito. Se reforços não chegassem rápido, a esperança se tornaria frágil e as tropas poderiam sucumbir ao poderio da Senhora das Sombras.
As tropas de Asnüminë se preparavam para uma investida final, um grande número de assassinos e guerreiros de elite do Povo Sombrio se juntaram aos demônios, aos orcs e aos mortos-vivos para subjugar de uma vez por todas a liberdade de Faralchar. A Guerra começara e todos davam o melhor de si, mas parecia não ser o suficiente. Asnüminë mandou também navios modificados tanto por tecnologia como por magia contra a Aliança; esses navios sombrios eram muitos, e poderosos; quando o navio de Hemmet seria destruído, Rakon apareceu com sua tropa de super-navios e salvou a embarcação de seu filho. Theros foi atacado pela temível Pétala, a melhor assassina que o poder de Asnüminë poderia conseguir, e ela envenenou o Incatattar com o temido Extrato de Rosa Negra anulando os poderes do mago; mas antes que a assassina completasse o serviço, Theros recebeu a ajuda de Rakon que foi quase morto no combate que se sucedeu, isso só foi evitado pela ajuda de Hemmet que chegou na hora certa para mandar a assassina água abaixo, livrando Theros e Rakon de suas garras. Enquanto isso, no campo de batalha, era Eralon quem dessa vez enfrentava o corrompido Errante; no entanto algo muito estranho aconteceu, quando o Errante terminaria com a existência do feiticeiro das chamas, alguém ou algo parou o golpe do Errante e o liberou do domínio que o Avatar de Ars lhe submetera: era Garnet, o Amor Verdadeiro de Enyus; o Errante parecia estar a salvo. Quem também mostrou-se surpreendente no combate foi o Mestre das Lâminas Faldrin que realmente se mostrou como um Flagelo dos Orcs; naquela batalha, Faldrin matou mais de mil orcs e honrou o título de Lâmina Negra. Mesmo com o esforço de todos os heróis, o contingente das tropas da Senhora das Sombras era majoritário e recuar não era mais uma alternativa. Quando as pessoas começavam a perder a esperança, o sol ficou vermelho.
Mas isso acabou se mostrando um bom sinal: os Dragões haviam chegado e, junto com eles, Arkan e Surth, os dois filhos primogênitos de Varkast. Com a ajuda dos seguidores do Deus Dragão, as tropas da Aliança fizeram as tropas sombrias recuarem e ainda destruíram o acampamento mais próximo do Forte. Surth curou o envenenamento de Theros, que recuperou seu poderio mágico. Os ventos começavam a soprar numa direção diferente. Essa mudança de sorte repentina foi definitivamente confirmada com a afinal chegada de Filias e dos Magos da Torre de Ermaras.
Era chegada a hora de um contra-ataque. As tropas da Aliança estavam com seu poder máximo. Era hora de uma investida contra as Sombras que se mantinham no horizonte, era chegada a hora de enfrentar a Senhora das Sombras e seus mais poderosos aliados, era a hora de ter Arcrest morto. E assim começou a revanche. Aqueles que participaram da batalha e sobreviveram terão para sempre a memória de lutar, pelo menos uma vez na vida, lado a lado com seus Reis e com seus mais poderosos heróis; muitos avós divertirão seus netos com a história do dia em que ele lutou lado a lado com o Rei de Vastardel e presenciou os rastros de cabeças cortadas que se formavam atrás dele; outros se gabarão de tirar a concentração de um inimigo para que o Grande Hemmet pudesse liquidar o adversário; muitos poderão contar a história que existiu um poderoso feiticeiro que invocava a forma dracônica para si e destruía seus inimigos com um sopro de fogo mais quente que as chamas do vulcão mais ativo de Faralchar; outros ainda se lembrarão da honra que é lutar ao lado do destemido e poderoso Cristopher, Paladino da Ordem dos Vingadores Sagrados; e outros ainda se lembrarão muito bem da cara de espanto dos orcs enquanto o Lâmina Negra desferia mais golpes neles que os olhos poderiam acompanhar.
O Errante havia se recomposto do trauma de perder seu próprio Espírito e ele lutaria novamente naquela guerra, dessa vez do lado certo. Todos os outros acampamentos secundários montados foram facilmente destruídos e logo as sombras no horizonte se aproximavam. Finalmente, a Aliança se deparou com a face sombria da Senhora das Sombras e muitos se desesperaram, mesmo aqueles mais poderosos na mente temiam o olhar de Asnüminë e de sua sombra. Não fosse pela proteção mágica de Filias, o combate estaria fadado a fuga e a morte. O Errante fazia uma diferença muito grande para as tropas da Aliança, mas sua traição para Asnüminë deixou a deusa das sombras furiosa; sua fúria se materializou numa lança de sangue puro e profanado e esta terminou com vida no corpo de Enyus, uma perda terrível para as tropas da liberdade. Arcrest se mostrou, finalmente. Ele tentou Victor a se aproximar. O Escolhido de Tullï perdeu o controle por um instante e quando deu por si estava investindo com raiva contra o General de Asnüminë, este prontamente preparou sua poderosa Lança do Sangue e a arremessou contra Victor que só foi salvo pelo sacrifício de Kirus, seu amigo, que explodiu em sangue. O sangue de Kirus cobriu uma grande área incluindo o corpo de Victor e do Errante. E as palavras de Filias ficaram claras: “Lárin sabe o que faz”. O corpo do Errante fora reanimado, não com magia negra, mas com algo muito poderoso e de maneira temida por Asnüminë: surgia novamente o Genasi Uni. Era a deixa que os heróis esperavam, toda a história que haviam passado desde quando se reuniram para invadir o templo do Deus da Morte a quase 7 anos atrás: era a hora de conseguir o Coração de Asnüminë. Pelas mãos do Genasi Uni, o corpo sombrio de Asnüminë foi sendo aberto intrusivamente e finalmente houve a chance de os heróis entrarem no Corpo de Asnüminë. As horas que se sucederam eram decisivas para a história de toda a Faralchar.
Depois de enfrentar perigos nunca pensados numa masmorra (sim, Asnüminë colocou seu próprio forte para proteger seu próprio coração), os aventureiros foram testados de maneiras muito diferentes e todos passaram por uma curta experiência de não-vida dentro da torre, onde a morte era um experiência horrível e sombria. Espíritos, Titãs, Lordes Demoníacos e monstros estranhos estavam em todos os lugares desta masmorra sombria e temida por qualquer um que ouviu a verdadeira história. Finalmente, os grandes heróis chegaram a sala onde Arcrest os esperava. A Batalha que se seguiu foi a mais difícil que todas as batalhas que todos eles já enfrentaram e provavelmente será lembrada pelos aventureiros com a mais difícil de suas vidas. A Batalha exigiu todos os recursos que restavam aos heróis, mas finalmente, Arcrest foi vencido por um ataque em conjunto de todos os heróis e, em seu leito de morte, ele jogou uma chave para Slifer e proferiu as estranhas palavras: “Salvem a Garota”; seu corpo foi então tomado por sombras e ele desapareceu. Na sala seguinte, foi encontrado o Coração de Asnüminë e as palavras de Arcrest fizeram sentido: Arcrest havia ordenado que sua própria filha usasse o Coração de Tullï para que Asnüminë pudesse tomar o corpo da menina sombria sair de Tenebra. A menina se encontrava em uma cúpula de Energia Negativa, Slifer corajosamente entrou na cúpula e salvou a menina, mas seu ato de coragem teve um preço, a própria vida e a própria alma. Slifer morrera ali como um verdadeiro herói e ele se tornou símbolo da luta pela liberdade não só em Vastardel, mas também em toda Faralchar. Com a menina salva e um companheiro a menos, os heróis se encontraram com outro problema, como sair da torre. De repente, as paredes começaram a ruir e uma foi destruída. O que seria aquilo? Felizmente, era o Genasi Uni que viera para resgatá-los.
Já fora do corpo da Senhora das Sombras, o único empecilho para completar o ritual era o tempo. Asnüminë sabia as fraquezas do novo Genasi Uni: ele, ao contrário de Archond, preocupava-se com a vida das pessoas em sua volta. E a Senhora das Sombras ameaçou matar todos ali se ele tentasse prosseguir com o ritual. O Genasi Uni ainda resistiu e continuou com o ritual, mas aí a Senhora das Sombras matou cerca de mil pessoas somente com um olhar para demonstrar que a ameaça era verdadeira. O Genasi Uni não poderia suportar sua consciência se mais pessoas morressem ali naquele momento, mas havia uma coisa que poderia ser feita e o antigo Errante a fez: ele mandou Asnüminë de volta para a Ilha Maldita onde ela estaria novamente presa. Asnüminë gritou e seu grito de agonia e ódio ecoou por toda Faralchar e por muitas mais dimensões além. Finalmente a jornada épica havia acabado.
Muitos morreram para que outros pudessem ser livres da Sombra. Àqueles que sobreviveram, restava a tarefa de enterrar os mortos, honrar suas memórias e continuar suas vidas com a memória ainda viva sobre o tempo em que a Senhora das Sombras tentou tomar o domínio dos mortais e de suas terras. Estátuas e monumentos foram erguidos em nomes de todos aqueles que participaram da Grande Guerra contra a Sombra e seus nomes e seus feitos serão sempre lembrados em épicos e nas canções por mais de mil anos adiante. Os habitantes de toda Faralchar agradecem e glorificam aqueles que lutaram naquela batalha, que enfrentaram a Sombra frente a frente e saíram vitoriosos.
Epílogo
“Um problema dos mortais, resolvido pelos mortais. Congratulações, meus filhos!”, uma voz sussurra.

Finalmente terminada, depois de quase um ano e meio de campanha, O Retorno da Senhora das Sombras termina com um final feliz. Gostaria de agradecer todos aqueles que tornaram possível essa façanha, assim como seus respectivos Jogadores:
Arcon, personagem do Keven.
Cristopher, personagem do Doido.
Eralon, personagem do Neto.
Faldrin, personagem do Arnaldo.
Hemmet, personagem do Guilhermi.
Kimagure, personagem do Éder.
Laius, personagem do Doido.
Slifer, personagem do Aryel.
Theros, personagem do Artur
Victor, personagem do Tairo.
Goblin´s, principal local de jogo.

Malditos sejam:
Magic e Dota, principais destruidores de sessões.

Epílogo - Theros

Theros, como todo bom mago, tem planos para tudo. Quando Asnümine caiu, ele soube qual deles escolher. Tomando nota de detalhes e planos futuros (como salvar o bárbaro suicida), ele aceitou as recompensas oferecidas pelo Reino Branco e levantou uma torre própria, próxima de sua cidade natal. Lá, ele começaria a organizar um grupo que impediria problemas como a recém-terminada guerra antes dos mesmos acontecerem.

Claro que alguns problemas deveriam ser resolvidos antes. Primeiro, Theros terminou sua inimizade com o Guardião, quando o lich arrasou sua cidade natal e matou seus pais. Má idéia. Theros vingou-se, estilhaçando a alma do lich, e espalhando-a para milhares de clérigos de deuses bons. Cada vez que um deles usasse seu símbolo, o Guardião sofreria.

Segundo, grandes planos requerem tempo e energia, e Theros não podia perder ambos com um obstáculo pequeno como a velhice. Negociações e pagamentos depois e pronto, Theros tinha o tempo em suas mãos, assim como uma ótima desculpa para visitar os drows.

Terceiro, Theros precisaria de recrutas. Alguns anos procurando pessoas que tinham crenças similares resolveram o último problema. Theros estava pronto.

O mago pesquisou magias potentes tanto de adivinhação como de camuflagem, e escondeu grande parte de sua torre, onde treinou aqueles que recrutou em suas viagens. Ele os ensinou sobre as artes arcanas, e os esculpiu em parceiros leais e de grande força de vontade. Além disso, ele criou o que seria sua maior capacidade arcana: um ritual que daria vida à pura força arcana, criando magias com capacidade de pensar e agir como qualquer humano. Theros tinha seus agentes.

Com agentes a sua disposição, Theros criou sua nova guilda: o Olhar Etéreo. Escondido por magias poderosas, o mago espalhou agentes, tanto comuns quanto mágicos (as magias vivas Alterar-se e Eloquência se mostraram agentes fenomenais, embora fáceis de encontrar por meios arcanos), criando uma rede de informação e influência bastante poderosa.

Na sua visão, Theros alcançaria um mundo justo manipulando eventos onde fosse possível, para evitar eventos como a guerra que há anos quase destruíra Faralchar. Ele seria capaz de tanto tornar reinos ou organizações mais poderosos com o tempo, para que protegessem Faralchar, quanto destruir ou diminuir a força de possíveis inimigos futuros. Ele ainda usou a guilda para outros objetivos, como a criação de um agente perfeito por meios mágicos, a procura por seu companheiro perdido no fim da guerra (embora Theros pouco acreditasse na sobrevivência de Slifer, dadas as circunstâncias), e até mesmo a vigília sobre Tenebra e a deusa presa lá.

Theros age através do Olhar quando em busca de seus interesses, e mantém a figura de um mago estudioso dentro e fora de sua torre. Poucos conseguem identificar que há mais nele do que um antigo herói e aventureiro, e ninguém até agora foi capaz de adivinhar suas intenções mais profundas.

"Faralchar pode perder os heróis e vilões que são suas armas e escudos, mas jamais será turvo o seu Olhar." - Juramento do Olhar Etéreo

Epílogo - Eralon

Diga-se de passagem, que o jovem garoto nunca esperou que descobrir a origem de seus pais fosse leva-lo a algo que incluía o destino de Faralchar.
Depois de tudo isso, ele conseguiu terminar com o homem ao qual havia seqüestrado sua família.

Depois que a Senhora das sombras caiu, Eralon não sabia bem o que fazer, aceitou de bom grado a recompensa que ofereceram a ele, principalmente por causa da restauração de seu cajado. Ele voltou a Terra de Ninguém, aonde pretendia adotar como novo lar, claro após dizer adeus a sua família. Lá lhe foi oferecido a se tornar um dragão de verdade, algo que ele nunca pensou que iria acontecer, desde sua primeira vez que soltou uma magia, ele sabia que podia ter algo haver com dragões. Ele aceitou essa oferta, muito contente.

Agora não só apenas conhecido por muitos como um dos heróis ao qual impediu a volta de Asnumine, ficou conhecido pelos dragões, como um dos dragões que juntou mais riqueza em menos tempo.

Tempos se passaram, e aos poucos foram diminuindo conversas sobre novos fatos que Eralon estava presente. Ao ponto, de só falarem sobre ele como um dos que impediu Asnumine. Ele não se importava, embora houvesse procurado a fama anos antes, ele estava satisfeito, era reconhecido já por muitos, inclusive pelos dragões.

Atualmente, Eralon como dragão fica em sua nova casa, na Terra de Ninguém, ajudando o possível os dragões, principalmente em busca do coração de Varkast, e rumores ditos por humanos, na região perto de Olost, que todo dia é possível ver no céus um Dragão vermelho, rugindo.

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