A Marca Da Morte

Diz a lenda que em tempos imemoriais, Arfnech criou uma maldição, uma doença. Essa foi a primeira mácula usada contra os mortais em guerras contra outros deuses. A doença consistia de uma simples marca vermelha que aparecia nas mãos do alvo. A marca , com o tempo, ia se espalhando pelo corpo do infectado trazendo consigo alucinações e febres fortíssimas, até que o alvo morria em uma espécie de choque. A praga, porém, não se espalhava normalmente, ela só era passada para outros através do contato dessas pessoas com a água que tinha entrado em contato com a marca na mão de um infectado. A doença levou muitas pessoas a morte em uma epidemia generalizada em todo o sul de Hyralfen (isso aconteceu antes da Era dos Deuses). Foi Arkfalas que pôs um fim à doença, trancafiando todos os infectados até então em uma caverna até a morte, seja pela doença ou pela falta de água e comida.

Depois de milhares de anos, já na Era dos Deuses, um grupo de aventureiros descobriu a caverna e tirou o seu lacre. Lá, eles encontraram apenas restos mortais muito antigos que pareciam que se aglomeravam em torno de um buraco, que aparentemente fora cavado com as próprias mãos daquela gente em desespero. No fundo do buraco, existia uma mina de água limpa e cristalina. Para a infelicidade do mundo, os aventureiros tomaram daquela água e foram infectados. Depois de alguns dias, somente um dos aventureiros sobreviveu: Rhivor, um iniciado nas ordens místicas. A doença parecia tê-lo afetado de maneira diferente da usual. Seus poderes aumentaram, ele passou a desprezar tudo que era vivo; acabou por fazer o Ritual da Transcendência (como é chamado pelos lichs) e se aproximou de Arfnech, que o acolheu prontamente, já que ele havia trazido de volta uma de suas mais brilhantes criações.

Rhivor, analisando a si mesmo, descobriu como controlar a maldição de maneira a usá-la contra seus inimigos. Rhivor controlou a Marca da Morte.

Depois dele, mais foram contaminados, mas poucos conseguiram controlar a maldição e, assim como Rhivor, usá-la como arma.

O nome verdadeiro da doença é Febre do Submundo, o tempo de incubação é um dia e ela causa 1d6 de dano na constituição e 1d4 na sabedoria do infectado. Ao contrário das doenças normais, ela não pode ser subjugada pela própria vítima sem o auxílio de magia. Mesmo com esta, o conjurador deve ser bem sucedido em um teste de conjurador contra CD 20 para realmente curar a doença.

•Nível 1: Amaldiçoado, Praga, CD Necromancia +1 ( exclusivamente nível 1, não-bom, Maldição, 200XP)
• Nível 2: Comandar Mortos-Vivos (nível 5, 800XP)
• Nível 3: CD Necromancia +2, Medo (nível 9,1800XP)
• Nível4: Infligir Críticos (nível 13, 3200XP)
• Nível 5: CD Necromancia +3, Doença Plena, Controlar Mortos-Vivos (nível17, 5000XP)

-Amaldiçoado: O personagem tem uma marca em uma de suas mãos que é conhecida como Marca da Morte. A Marca da Morte é o sinal da Febre do Submundo que é uma doença que se adquire através da ingestão de água ou alimento contaminados. O amaldiçoado pela Marca da Morte é imune a doença, mas toda a água ou alimento que ele tocar é contaminado pela doença macabra.

-Praga (SM): Uma vez por dia por nível no estilo, o personagem pode, com um ataque de toque, causar a doença Febre do Submundo num inimigo. A CD para o teste de Fort é 10+2xnível no estilo+mod Int/Sab/Car, o que for maior.

-Bônus nas CDs de Necromancia(sob): O amaldiçoado recebe o bônus indicados em todas as CDs de magias da escola necromancia que tenham alcance Toque. Ainda, o amaldiçoado pode usar a Marca como Foco Divino.

-Comandar Mortos-Vivos, Medo, Infligir Críticos, Doença Plena, Controlar Mortos-Vivos(SM): Como as magias homônimas, como habilidades similares a magia. Podem ser usados 1/dia/nível no estilo. A CD é 10+2xnível no estilo+mod Int/Sab/Car, o que for maior.

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